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Wednesday, July 24, 2013

Quando precisar de um vestido frufru, já sei qual hei-de escolher.

Zac Posen, Primavera 2013

As ocasiões de usar um verdadeiro vestido de noite são cada vez mais raras, nestes tempos desgovernados em que pouca gente, e poucos locais, se dão ao trabalho de cumprir (ou fazer cumprir) o dress code. Por vezes, nem a passadeira encarnada escapa. E se falarmos num vestido de baile ou de gala, as oportunidades de usar algo tão dramático ficam ainda mais reduzidas. Eu sou uma rapariga de vestidos, logo não me faltam vestidos de noite, cerimónia e cocktail (estes são os mais comuns) e já tive a oportunidade de usar algumas criações realmente bonitas no que toca a traje formal (um dia mostro-vos um retrato com aquele que me tocou mais a alma...long story). Mas ainda não tive necessidade de algo tão...bom, espampanante, até porque a linha que separa o espectacular do piroso é *um bocadinho* ténue. A minha ideia de algo dramático, impactante e realmente fabuloso é mais ou menos o que aparece em Cannes, não mais. Tecidos consistentes e algo pesados, brocados, alfaiataria perfeita, cores sólidas, nada muito esvoaçante. Mas caso a necessidade de um fru fru com tule e musselina se apresente, o meu ideal é este Zac Posen. A delicadeza da cor, a mestria do corpete, o piscar de olhos com uma reviravolta ao século XVIII, o aspecto feérico. Às vezes é preciso desligar o lado racional e apreciar a beleza pelo que ela é. Pessoalmente, usá-lo-ia apenas com uma cuff: um vestido assim é uma jóia tão grande que não precisa de mais nada. 

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