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Saturday, August 3, 2013

Eu cá não sou de wishlists, mas...

     




Dolce & Gabanna, 1990s
                   

Por estes dias tenho-me deparado com meia dúzia de coisas que, não sendo o cúmulo da novidade (e quem já me conhece um pouco, de passar por aqui, sabe que prefiro o tried-and-true à extravagância) podiam muito bem completar a minha colecção. Há quem perca a cabeça pelas últimas tendências; eu só me tento realmente perante bons básicos. Excelentes. Por mais recursos que tivesse, dificilmente me veriam com o último statement shoe ou it bag, a não ser que fosse um design intemporal, eterno, que me durasse uma vida. Digo eu, e diz quem sabe como se comentou por aqui há dias, que os investimentos maiores devem ser feitos nas coisas que duram, que podem ser passadas às netas.  

Para as novidades giras, mas passageiras, é que se inventou a fast fashion (e a bem de um orçamento equilibrado e de um aspecto que pareça dispendioso, convém saber escolher artigos de qualidade mesmo nas cadeias acessíveis, vide aqui). No quesito básicos bons e baratinhos, a compra acessível a não perder é sempre a t-shirt 90% a 100% de algodão, com ou sem mangas. Nestes saldos perdi-me na Stradivarius, loja em que raramente entro actualmente, porque se lembraram de fazer t-shirts de bailarina. Estas que Audrey Hepburn e Brigitte Bardot imortalizaram e que favorecem, sem excepção, todas as mulheres. Convém ter muitas, porque raramente aparecem. Ainda há, por isso corram antes que eu lá volte. Existem em várias cores mas recomenda-se o preto, branco e azul escuro:

                                            T-shirt básica


Mas se falarmos de compras que têm de ser muito pensadas, e feitas ao logo do tempo, dos sheath dresses e tailleurs Dolce & Gabbanna podia vir um de cada cor (e no caso dos vestidos, um de cada material, com manga e sem, para o dia e para a noite...). Poucas casas fazem vestidos lápis como Dolce & Gabanna, a não ser talvez Vivienne Westwood. E há a inspiração siciliana que colocam em tudo o que fazem, o que para mim conta duplamente.  Mas se falamos de cinturinhas vincadas, uma rapariga nunca pode dizer não a mais uma saia Christian Dior. (Um vestido New Look, vintage é claro,  da mesma casa faria as minhas alegrias, mas não está nos planos para os próximos tempos...). E quanto à peça que me faz perder mais a cabeça entre todas as tentações à face da terra -a calça cigarrette de bom corte e bem forrada -  essa convém que seja Chanel, por muito boas versões mais acessíveis que vão surgindo. Mea culpa, deixei escapar um estupendo par recentemente, com aquele corte fabuloso que já não se faz. Lá chegaremos.
Dolce & Gabbanna e os seus Sheath Dresses
Christian Dior, 1950s

   
A tia Audrey, rainha das slim pants
Dress 1940s Timeless Vixen Vintage
Oscar de la Renta, 1960s
                                                                                                  

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