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Sunday, October 27, 2013

Don´t get me started - part 2


 Já o disse aqui : não é detestável quando os outros fazem vir à tona o pior que há em cada um?  Como se fossem só eles os espertos, os mauzões, os manipuladores cool e profissionais, a trabalhar nas sombras, a alfinetar... e as vítimas do momento uns pobres cordeiros.

    Haja paciência: pessoas dessas esquecem-se que por vezes os outros podem ser tão ardilosos como eles. Lá porque o seus alvos  escolhem ser boas pessoas, usar de nobreza ou classe, não chatear ninguém, viver e deixar viver ou até dar a outra face nas ocasiões em que o oponente nem vale a bala, não quer dizer que não conheçam as regras do jogo. 

Sempre ouvi dizer que os melhores jogadores não se gabam disso, são discretos. É como nos filmes, em que o guerreiro/bruxa/imortal/vampiro *inserir personagem*  mais poderoso de todos passa metade da história disfarçado de outra coisa,  só revelando a sua identidade no momento crucial. Porque já viu tanto, sabe tanto, que prefere não se desmanchar à primeira provocação.
 É bom não esquecer, porém, as palavras do grande filósofo Rei Lagarto:


E pessoas assim, que subestimam quem é mais educado do que eles, trazem uma vantagem para o adversário: lembram ao distraído, ao guerreiro adormecido se quiserem, como ele é na verdade poderoso. Acicatam-no, desenferrujam-no. No melhor espírito no more Mr. Nice Guy.
 E é então que se acaba a brincadeira. Ou que o verdadeiro espectáculo começa. Ah, os incautos que pensam que podem. Acho-os sempre divertidos.

               

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