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Wednesday, October 23, 2013

É por estas e por outras que vemos certas figuras na rua.

                

Aceitar a própria silhueta como ela é e tirar o melhor partido possível dela é uma obrigação e uma higiene mental que cabe a todas as mulheres: gordas ou magras, bem feitas ou assim assim, elegantes ou nem tanto. Mas uma coisa é amar o corpo que Deus deu a cada uma (já que é impossível comprar outro, por mais que se faça) e descobrir a própria beleza. Outra é não ter noção da realidade e não se importar de exibir por aí as partes mais feias, prestando um péssimo serviço a si mesma e agredindo os olhos dos outros. E como sabemos, há por aí muita gente que:

a) Tem uma auto estima à prova de bala.
b) Sofre imenso cada vez que se vê ao espelho, mas não faz a mínima ideia de como mudar isso.
c) Gosta de chocar, e não é necessariamente usando piercings, cristas e tatuagens.
d) Acha-se linda de morrer mesmo que assuste as criancinhas na rua (e quanto à falta de noção, não há remédio...).
e) Finge que acredita nas patacoadas feministas que rezam que a beleza é uma ditadura, ou nas bimbalhices vulgo "o que é bom é para se ver", mesmo que o "bom" seja "mau", e seja o que Deus quiser.

E escusamos de suspirar de alívio com o advento do Inverno: foram-se os tops reduzidos e os calções de ganga sem meias, mas temam muito: as leggings, as malhas, os collants brilhantes, o poliéster, os casacos curtos e outros favoritos de meninas com literalmente muito corpo e pouco miolo estão sempre presentes nas sombras, à espera do momento de aterrorizar a população mais sensível.

 É uma pena que as mulheres não sejam mais educadas para ter consciência do próprio corpo e da melhor forma de o favorecer - que longe de esconder, enaltece o melhor de cada uma sem agredir nem desfear. 

 E se algumas bloggers de moda plus size têm muita imaginação mas nenhum juízo, há outras como a australiana Teer Wayde (blogger e modelo para tamanhos grandes) do Curves to Kill, que são bons exemplos.

Não morro pelo estilo pin up tatuada e nem sempre concordo com as suas escolhas (as bainhas e os tecidos de algumas saias, nomeadamente...) mas muito do que veste fica bem em silhuetas curvilíneas todos os tamanhos: modelos clássicos, proporções correctas, roupa interior que segure tudo no lugar (ela admite abertamente que tem "banhinhas" que precisam de ser disfarçadas na zona da cintura)  bons cortes, bons tecidos e mostrar pele nos lugares certos.

Diz ela que veste um 44/46, mas palavra que em algumas imagens parece MUITO mais pequena. Fica a inspiração para as meninas mais cheiinhas.














4 comments:

Na Província said...

Mais um excelente post, parabéns!
Mas o que me choca ainda mais, é o facto de não aceitarem as mudanças do próprio corpo, nomeadamente o aumento de peso, continuam a usar o 36, quando já gastam o 40..OMG

A Bomboca Mais Gostosa said...

Vi o blog da menina e sem dúvida que a rapariga veste muito bem! Independentemente de se gostar do estilo, a verdade é que as peças assentam bem.
Muita gente é mesmo como tu dizes, não quer saber, não tem noção... Olha, no sábado fui provar vestidos de noiva (e escrevi já sobre isso no blog), e uma das raparigas que estava numa das lojas onde estive era bem forte. Consegues imaginar o que a rapariga escolheu? Um vestido estilo sereia, com transparências e tecido cetim... Medo.

Fashionista said...

Linda! Adorei!

barcelence said...

Essa Teer Wayde parece sempre vestida pró Halloween. Cada um veste como lhe apetece e não é que esteja feia, mas exagera. Não acho que seja exemplo.

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