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Tuesday, November 26, 2013

As mulheres são basicamente muito fáceis de entender.

                                     
A sério. Há por aí uns exemplares desesperados, lamechas, chatos e cheios de birras que dão mau nome a todas nós, mas no que toca a mulheres razoáveis, basta distinguir a verdade por trás dos mitos urbanos e saber trabalhar com isso para evitar as complicações do costume.

1- Não interfira com os pequenos caprichos
A vida já é tão complicada e uma mulher já faz tantos sacrifícios que a última coisa que precisa é um marido/namorado intrometido, a reparar se ela, com o seu dinheiro ainda por cima, vai ao cabeleireiro ou compra um par de sapatos ou...percebe a ideia. Desde que a situação financeira o permita e ela seja uma gestora capaz, mind your own business. Se quer interferir, que seja para acrescentar mimos. Se ir às lojas o aborrece de morte, vá fazer outra coisa qualquer e deixe de reparar em assuntos de mulheres.

2 - Explique-se.
As meias tintas, as insinuações, os empurrõezinhos, o fazer charme, são coisas femininas. Se fica de telefonar e não telefona, se a arrelia só para ver como reage mesmo que a brincadeira já não tenha graça, se dá a entender que gosta dela mas não põe a situação preto no branco, se aparece e desaparece, não se queixe depois de frieza, em modo "se calhar ela não gosta de mim", não faça depois cenas de ciúmes a que não tem direito nem diga que as mulheres são complicadas. O mais natural é que tenha ficado com medo de demonstrar, porque qualquer mulher racional receia fazer figura de tonta ou investir num rapazinho irresponsável, que faz pouco dos sentimentos dos outros. 
  Isso a não ser que esteja tão desesperada por companhia que corra atrás do primeiro maluco que lhe acena com dois dedos, mas essas mulheres costumam ser feias,  chatas ou perseguidoras -  ou ter algum problema pior ainda. Amor com amor se paga, respeito com respeito também e no amor, como nos negócios, ninguém gosta de coisas pouco claras.

3 - Não seja como a Suiça
Há coisas que não mudam: se tem uma mulher ao lado,é para a defender, para (ainda que simbolicamente) tomar conta dela, fazê-la sentir-se segura. Logo, seja tão leal à namorada/mulher como é aos seus amigos - ou mais ainda:  ame quem ela ama e embirre com as pessoas que lhe são antipáticas. Ou ao menos finja, que o resultado é mais ou menos o mesmo.
 Se alguém ofendeu a sua companheira, não tente desculpar o facto: trate de fazer coro e tome a defesa dela sem pensar duas vezes, principalmente se o alvo da brincadeira/intriga/ dito doloroso foi a vossa relação. Tomar as dores do empregado de mesa indelicado, da colega maldosa ou de qualquer outro ser que a tenha feito sentir infeliz pode não lhe parecer grande coisa a si, mas magoá-la muito sem necessidade. Dizer que a pessoa "tem problemas", "estava bêbeda", "se calhar não foi bem assim", "a culpa foi minha", "não me quero chatear com ninguém", "não vale a pena levantar ondas", "estás a exagerar", e desculpas do género só ofendem e levantam aquelas dúvidas existenciais que a vão fazer enchê-lo de perguntas maçadoras, conduzindo a desentendimentos. Em questões sérias, este comportamento cava mesmo um fosso muito difícil de cobrir, por melhores que sejam as suas intenções.Trata-se de lealdade e solidariedade básica: afinal não gostaria de a ver toda amiguinha de pessoas que o detestam, certo? Não faças aos outros...

E pronto, cumprindo estes três pontos (acrescidos dos básicos da decência que competem a qualquer ser humano) tudo funciona às mil maravilhas, eu garanto.



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