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Netscope

Sunday, November 17, 2013

Não podia ser mais verdadeiro:

                        

E atrevo-me a acrescentar que a vulgaridade não é substituta para nada. Nem para a falta de beleza, nem de graça, nem de jeito, nem de gosto, nem de modéstia, inteligência, capacidade, trabalho, sex-appeal, meios, educação, chá...em boa verdade não sei para que serve, nem a razão de andar por aí na boca, na roupa e nos actos de meio mundo. 

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