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Monday, March 17, 2014

Meninas, cuidado com os filhos únicos.



É um lugar comum que, ao considerar um pretendente, uma jovem (ou mesmo uma senhora, porque isto cuidados e caldos de galinha querem-se em qualquer idade)  deve prestar atenção à forma como ele trata a mãe (pessoalmente, acho bastante importante prestar atenção também à  progenitora e já agora, ao aspecto do pai do cavalheiro, já que o fruto nunca cai longe da árvore). 

Mas parece que saiu um estudo que não só confirma o velho mito "os filhos únicos tendem a ser egocêntricos e mimados", como diz que os melhores partidos são os mancebos que têm...irmãs. Exactamente: afinal, só um rapaz muito desalmado faria a uma donzela o que não gostaria que fizessem à irmã dele, certo? As possibilidades de ser um sacaninha do piorio que não se sabe comportar diminuem substancialmente. E um homem que tenha crescido com irmãs está habituado a tomar conta delas - mas também às birras, caprichos, cuidados e sensibilidade das mulheres, logo será capaz de ter outro tacto e de as entender melhor. Quanto a mim, faz algum sentido.  Para tirar conclusões e fazer a estatística, nada como as minhas caras amigas irem ao vosso livrinho preto e compararem o perfil familiar dos senhores que vos partiram o coração (ou não). Ou analisarem se os vossos irmãos, caso os tenham, aprenderam alguma coisa convosco e deram bons namorados/maridos, daqueles que as cunhadas agradecem.

 Em todo o caso, tenho para mim que um homem que se comporta como tal- ou seja que é íntegro, gentil, de palavra e tem consideração pelos sentimentos da pessoa de quem gosta - não precisa de ter irmãs para tratar uma mulher como ele próprio gostaria de ser tratado. Venham os estudos que vierem, acho que isso de carácter e hombridade tem mais a ver com o torcer de pepino que se levou de pequenino e com os exemplos que vê em casa do que outra coisa. Afinal as irmãs influenciam, mas não mandam nada. Sei do que falo, que isto de ser a irmã mais velha é cá uma escola...

4 comments:

Bárbara Godinho said...

Querida Sissi,

A quem o dizes! Mas, infelizmente toda ou quase toda a regra te excepção. A forma como se trata a mãe por vezes pode ser somente um prelúdio de consciência e descansar a alminha, não vá o diabo tece-las do que outra coisa.

O pior é quando os pais são separados. O Pai vivido apregoa e bem ensina ao filho a lei de bem viver (eles bem viverem), porque as mulheres, estás muitas vezes só servem para parir ...

beijinhos :)

Sérgio S said...

Não sei se é bom ou mau, mas sou filho do meio entalado entre duas irmãs. Em relação a tratar delas... Pelo menos ia à escola buscar a minha irmã mais nova quando ela era pequena para não ir sozinha para casa. Outros tempos em que os irmãos cuidavam dos outros irmãos. Infelizmente nunca tive um irmão para andar à porrada ou brincar aos dinossauros. Depois agora tenho uma filhota. Só meninas portanto...

Já viste como sou leitor fiel, acabei de aterrar de Amsterdão (calma, só trabalhei, não fiz nenhum turismo...) e vim espreitar o blog para ver as novidades (enquanto espero pelo metro). O país continua deprimido?

Imperatriz Sissi said...

Ó Sérgio, que honra me dás :) Vê-se bem que o menino teve irmãs, logo é um cavalheiro. Beijinho.

Imperatriz Sissi said...

Bárbara, será? Eu acho que tudo isto são linhas de orientação. A educação em casa, essa sim raramente deixa de querer dizer alguma coisa. Conheço uma excepção ou duas, mas são raras...

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