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Tuesday, March 25, 2014

Penteados que não são para meninas.


Embora eu leve as rotinas de beleza a sério, tenho os meus calcanhares de Aquiles. A maquilhagem guarda poucos segredos para mim e desembaraço-me bastante bem a tratar/ esticar/encaracolar o cabelo (o que, considerando que mais coisa menos coisa é o que uso quase sempre, supre a maior parte das minhas necessidades). Mas quando toca a grandes manicures (não porque seja totalmente desprovida de jeito, mas porque não gosto muito e tenho zero paciência) e penteados apanhados, o caso muda de figura.

 No caso das unhas, ainda ando a tentar entender-me com um desgraçado de um forninho que o Menino Jesus me trouxe num momento  odeio unhas de gel mas não digo que não a um verniz que dura dez dias sem chatices para quando me apetece e sem pôr os pés num salão de nails, Credo, Vade Retro

E quanto aos penteados...bom, digamos que à parte uns totós com esta maquineta, tranças e uns truques com aquelas almofadinhas para tufar o cabelo à Brigitte Bardot... não sou grande artista, não. Primeiro porque prefiro o cabelo solto, ou quase; depois porque isso é daquelas coisas para as quais eu, a menina do-it-yourself, preciso mesmo da ajuda de uma amiga habilidosa, de uma cabeleireira inspirada ou - num cenário perfeito - de uma criada de quarto à antiga, pronta para tudo.

Mas as aias são um luxo nos dias que correm; ainda por cima, na semana passada veio-me parar às mãos o vestido de cerimónia mais fabuloso que vi em muito tempo (couture, vintage, perfeito de cortar a respiração, digno de um retrato de Madame X). 

E ao experimentá-lo (perfeito, perfeito, perfeito) percebi que ficava melhor ainda com um penteado que destapasse ligeiramente o pescoço. 

Por vezes é preciso um vestido especial para nos sacudir os paradigmas.

Ora, eu já me conheço e sei que quando vou a algum lado a correria é tanta que dificilmente sobra tempo para cabeleireiros, a não ser que haja um stylist de plantão para acudir às senhoras no local do evento (um bom hábito de outros tempos que vai sendo cada vez mais raro). E se se desmancha? Lá fica o visual estragado. Mal ou bem, prefiro saber como se faz.

E então lembrei-me dos tutoriais de penteados que algumas das minhas publicações online preferidas andam sempre a tentar impingir-me, e cujas sugestões nunca são tão fáceis nem tão rápidas como parecem, mas pronto. Agora é ponto de honra, hei-de aprender a fazer uns quantos. Entre mortos e feridos, hei-de encontrar uns ou outros tão fáceis que até eu seja capaz de fazer.  Afinal, se tenho o cabelo tão comprido para alguma coisa há-de ser, não é? E nem sempre nem nunca, às vezes é bom variar. A ver vamos se me sai alguma coisa que não pareça completamente despenteada.





2 comments:

Sandra Paiva said...

Eu volta e meia faço o coque com o "donut" e assim como assim, em ocasiões especiais, prefiro puxar o cabelo todo para um lado e aplicar-lhe um travessão tchanan e pronto :)

Imperatriz Sissi said...

O meu cabelo embirra com donuts, ou ainda não lhes apanhei o jeito O_O

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