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Sunday, May 25, 2014

E vá lá, vá lá (os vestidos dos Globos)


Espreitei a medo a reportagem da Vogue com as toilettes dos Globos de Ouro (já que não me apanham com a televisão ligada a ver outras coisas, quanto mais isso) e devo dizer que fiquei agradavelmente surpreendida. 
 Além de vestidos bem pensados de criadores nacionais (e se acho que a moda portuguesa, na sua maioria, costuma falhar em muitas coisas, é verdade que temos certa "boa mão" para o traje de cerimónia) viram-se algumas opções de classe - Carolina Herrera, Gucci, Maxazria - que distanciaram o evento da modéstia (ou amadorismo) de edições passadas.
  Não subscrevo o entusiasmo à volta de eventos deste género - ou mesmo de outros; recordemos que não há festa, por mais glamourosa que seja, que não se pareça com uma reunião de Tupperware e esta mais do que todas; mas enfim, já que se vai à tupperware que seja com um figurino que não embarace ninguém, vale?


                                               
ANA SOFIA MARTINS (CAROLINA HERRERA): Nada a dizer. Com CH está-se sempre elegante, e dificilmente se dá nas vistas por maus motivos. É uma das minhas escolhas preferidas para um look sure and simple.



VICTÓRIA GUERRA (LUÍS CARVALHO): o ponto vai pelo porte da actriz. Simpatizo com ela, tem um certo quê. E vou estar atenta a este criador: design limpo, vestido bem modelado a assentar onde deve, mais precisão e menos fru fru. Gosto.


LUÍSA BEIRÃO (GUCCI): pessoalmente prefiro ver jumpsuits em ocasiões que exijam traje um bocadinho menos formal, mas não deixa de ser uma escolha válida. Só é pena as bainhas - um ou dois centímetros a menos teriam feito a diferença.

BÁRBARA GUIMARÃES (FILIPE FAÍSCA): Tenho para mim que este vestido merecia estar numa passadeira encarnada internacional, ou num evento privado de grande cachet. Vi-o em vários ângulos e pareceu-me perfeito: o molde, a execução, o decote, o espartilho,a  escolha do tecido. Não é fácil fazer um vestido espartilhado que resulte na perfeição, tão pouco dar nas vistas usando o batidíssimo nude, mas aqui funcionou lindamente. Bravo.



RAQUEL PRATES (NUNO GAMA): esta Raquel, como a dos Maias, podia muito bem ser chamada "uma das nossas primeiras elegantes". É que francamente, no pouco que acompanho destas andanças, nunca a vi mal. Tem sempre qualquer coisa de grego no visual que me agrada, é uma beleza romântica e sinceramente, parece que nasceu para outra coisa. Porte e bom ar ou se tem ou não se tem e o vestido, na sua simplicidade, é muito bonito, com aquele decote e bordado a recordar Dolce & Gabbana.

That´s all, folks!





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