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Sunday, June 8, 2014

Se vocês me vissem hoje, não iam acreditar.


Sabem aquilo que se costuma dizer..."cuidado com as piadinhas, porque podem explodir-te nas mãos"? Acho que a frase não é bem assim, mas faz de conta e agora aplica-se. Ando para aqui toda contente a troçar de certas coisas e vai-se a ver rebenta-me nas mãos ou mais concretamente, nas unhas.

 Por razões que agora não são para aqui chamadas (i.e: trabalhinho mal feito) achei-me na rara necessidade de levar a cabo procedimentos de beleza fora  - já vos contei que aquilo eu não saiba ou não queira arriscar, mando fazer a alguém que venha a casa, porque não estou para correr capelinhas - por DUAS (duas!) vezes na mesma semana. É obra. Não há fome que não dê em fartura.

E unhas, ainda por cima - invenção que se não é do Demo, é um castigo de Nosso Senhor imposto às mulheres para vingar as fraquezas da venerável Eva.

 Pior, piorzinho, piorio - sucedeu isto a um Domingo, sem nenhuma profissional de confiança disposta a livrar-me discretamente do apuro. O karma é um malvado, e fez-me assim uma partida para eu aprender a não fazer pouco de nails corners.

 Vai daí que tive de me sujeitar como as mais à penitência de entrar num shopping e entregar-me literalmente nas mãos de uma sorumbática manicura: brasileira e tudo! Entra forninho, sai forninho, lima para trás, lima para a frente, um regabofe. Estava ali a prever duas horas da minha vida deitadas ao lixo em perfeita imobilidade, e com um põe-tira-burila-molda de deixar a cabeça a andar à roda só para passar um begezinho discreto. É que não gosto mesmo, não é por nada...

 Vá lá que tive sorte: não foi num corner plantado no meio do corredor, calhou-me um salão com um cantinho retirado, acho que ninguém deu por mim e a mocinha foi rápida e eficiente. A tortura durou pouco e enfim, às vezes é preciso enfrentar os medos (ou embirrações) de frente. E saber rir de si mesmo. Que remédio...


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