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Friday, July 11, 2014

Drives me crazy. Slightly mad. Bananas.


Põe-me os neurónios a ferver, de tal maneira que sinto os coitadinhos a cair ao chão de pernas para o ar lá na superfície do meu córtex, a espumar, a estrebuchar e a murchar irremediavelmente. Começo a duvidar da sanidade do interlocutor ou da minha própria, que já não se sabe quem está são e quem está sandeu.

 É isso que acontece quando um assunto já foi falado over and over, já se assentou, já se filtrou, já se acertaram agulhas, tudo desculpado/explicadíssimo/ assente/tratado/afinadinho e supostamente siga a marinha...e depois se volta ao mesmo vezes sem conta, como se não se tivesse dito nada. Nesse caso, era escusado chegar a acordo, certo? Ou  é preciso começar a assinar contratos formais todos os dias da semana para garantir que não há discos riscados?
 Não é por  voltarem à vaca fria que o que já lá vai desaparece, que a situação se vai modificar magicamente ou que se vai forçar os outros a concordar que sim, que a ideia é genial, seja feita a tua vontade e não a minha.

Eu não posso com gente repisadora. Acho que para além do atrevimento e da moral elástica é o defeito que mais me tira do sério. E com gente repisadora e desmemoriada ainda por cima, muito menos. 

 Júlio de Matos, acho que deixaram uma porta aberta e que todos os malucos recebem o meu contacto como agente de reinserção. Podem resolver o equívoco? Grata.



2 comments:

Paula said...

Se abrirem a porta terias muitas alminhas para lá colocar.
Uma classe inteira!
Achas que cabiam?
vidademulheraos40.blogspot.com.

Inês Sousa said...

Não está sozinha a aturar maluqinhos fugidos do hospital, eu também tenho a minha própria coleção e também conheço bem essa sensação de não saber muito bem quem é que está a perder o tino de vez. Às vezes é mesmo desesperante.

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