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Thursday, October 23, 2014

9 lições de estilo de beldades famosas


Na vida, há que aprender com quem sabe. Numa época em que o "movimento" #iwokeuplikethis (para quem anda distraído, I woke up like this, inspirado na canção de Beyoncé) anda em guerra com certos exageros de plásticas, maquilhagem e photoshop, convém que as mulheres possam encontrar o equilíbrio. E estas nove senhoras são capazes de ter a receita:


1- Mae West: confiança à prova de bala



Bonita, inteligente, cheia de vida e sem medo de usar as curvas femininas a seu favor, Mae West seduzia tanto pelo seu aspecto como pela joi de vivre e espírito. Sempre alegre, cultivava a arte de não se arrepender de nada, de tirar partido daquilo que Deus lhe tinha dado ("curvas podem ser perigosas, mas não evitadas") e de nunca ser apanhada desprevenida: "esteja sempre no seu melhor. Quem disse que o amor é cego?".

2- Brigitte Bardot: "desarrumado" é chic



A sex kitten suprema possuía o savoir-faire tão famoso nas mulheres francesas; dominava como ninguém a arte do "penteado despenteado" e da maquilhagem ligeiramente desmazelada. Contrabalançava isso com roupas simples, mas impecáveis: effortless chic no seu melhor. Por vezes convém que uma rapariga pareça polida sem dar a entender que passou horas de volta do espelho, para deixar entrever o seu apelo natural.

3- Marylin Monroe: o fitting é tudo.



Senhora da figura de ampulheta por excelência, Marylin aplicava o truque mais precioso para raparigas curvilíneas e de cintura estreita: boa alfaiataria. Embora em alguns dos seus filmes usasse  vestidos tão coleantes que precisavam de ser cosidos nela, evitava-os na vida real, assim como às roupas demasiado largas ou esvoaçantes. Todos os seus looks eram desenhados para delinear as formas sem exagero, em bons tecidos e sempre com um sentido infalível das proporções - uma escola comum a deusas do ecrã de ontem e hoje, como Gina Lollobrigida, Raquel Welch, Sophia Vergara, Penelope Cruz ou Eva Mendes.

4- Sophia Loren: dieta, ma non troppo

Magricelas na adolescência, a musa romana/napolitana disse sempre dever à pasta as formas que a celebrizaram - o que não implicava ausência de cuidados. Belíssima ainda hoje, Sophia recomenda que se coma um bocadinho de tudo, que se prove disto e daquilo mas não demasiado e que se acompanhe isso de um pouco de movimento. Uma mulher enjoada, que não saiba viver, não tem graça nenhuma.

5- Kate Moss: be yourself

Criticada no início da sua carreira por não corresponder ao tipo físico das top models, a petite Kate Moss fez escola como digna sucessora de Twiggy e Penelope Tree. Para a longevidade do seu êxito contribuiu muito um sentido de estilo apuradíssimo, que continua a fascinar fashionistas por todo o planeta. Kate nunca teve medo de brincar com os clássicos, de se antecipar às tendências e de recorrer a misturas (novo com velho, barato com dispendioso) vestindo aquilo com que se identificava sem fugir demasiado ao que a favorecia. Ter alma é meio caminho andado.

6 - Jackie Kennedy: fiai-vos nos básicos

Embora tivesse introduzido inovações - a maior das quais foi a de ser uma Primeira Dama que brilhava *ainda* mais do que o marido- Jackie mantinha uma base simples e irrepreensível nas suas toilettes. Apontamentos como pérolas, que ela mesma disse serem "sempre apropriadas" e um porte racé faziam o resto. Por isso não há um único retrato dela que pareça feio ou datado: praticamente tudo o que vestia pode perfeitamente ser usado hoje. Less is more!

7- Grace Kelly: qualidade por dentro e por fora
Outra senhora de perfil aristocrático e pouco dada a novidades, Grace Kelly não corria riscos: os seus visuais eram sempre discretos,  imaculados, com peças de extrema qualidade adaptadas à sua figura de cisne (segundo as costureiras, ela era tão bonita que as roupas quase não precisavam de retoques) e com uma noção perfeita do uso da cor. A futura Princesa Grace procurava a elegância e não tanto atrair os olhares; mais do que isso, era sua graciosidade natural que cativava, aliada ao facto de ser gentil e educada com toda a gente. Nenhuma mulher pode ser linda por fora se não for bonita por dentro também.

8- Audrey Hepburn: preto é sempre elegante
Tal como Grace, Audrey era uma verdadeira senhora, serena e disciplinada, que se regia por máximas como "gentileza, "não fazer um espectáculo de si mesma, colocar sempre os outros primeiro e comportar-se sempre como se não estivesse sozinha". Essa discrição casava lindamente com o seu uso do preto: salvo raras excepções, é muito difícil estar mal de negro. É uma base perfeita, compõe uma toilette rapidamente e 
presta-se a várias inspirações: elegante, nonchalant, punk, gótico, romântico e por ai fora.

9 - Monica Bellucci: deixar brilhar a Deusa interior
Tornou-se conhecida no início dos anos 90 e continua a ser considerada uma das mulheres mais belas do mundo. Como boa italiana, Monica vai-se adaptando de acordo com o passar dos anos mas mantém-se fiel ao estilo que a celebrizou: longo cabelo escuro, lábios cheios, pele imaculada e vestidos clássicos Dolce & Gabbana (que ficam bem em qualquer idade). Nota-se que faz por conservar a juventude e a beleza mas sem exageros, porque a sensualidade é algo que vem de dentro: tem mais a ver com o charme que se irradia, com a alegria de viver, com a autoconfiança de quem toda a vida foi bonita (e acima de tudo sabe jogar com isso, porque há mulheres bonitas que não fazem ideia) do que com o pormenor de uma linha ou outra. Nenhuma mulher pode mostrar a deusa que há em si se passar a vida preocupada em ser perfeita: há que escolher o que mais favorece, aquilo que se sabe que funciona e deixar-se ir.














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