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Sunday, March 6, 2016

7 diferenças que é urgente explicar (Parte I)

Em grandes e pequenas coisas, o diabo está nos detalhes. E a vida está cheia de pormenorzinhos (uns mais subtis do que outros) que se toda a gente soubesse distinguir, o mundo era um lugar bem mais agradável. Vejamos alguns:


1- Traje social x traje de gala



Ou vestido de cockatil/vestido de noite x vestido de gala...e outras confusões de dress code. Muita gente acha que o casório da prima às nove da manhã é a ocasião perfeita para copiar o vestido comprido cheio de lantejoulas que a Cristina Ferreira usou na última gala da TVI. Fail.

2- Chocolate quente x leite  com chocolate (quando não é pudim)




Nada contra leite com chocolate, mas quando se paga (geralmente mais caro) por chocolate quente, espera-se chocolate em barra derretido com um bocadinho (ou não) de leite. E ainda há estabelecimentos que servem uma versão escaldante e derretida de pudim boca doce, mas não muito doce, que não arrefece de maneira nenhuma e que é preciso comer à colher. Moral da história: se não há quem sirva o real deal, mais vale preparar a beberagem em casa...

3- Ser feminina x ser uma flausina ridícula



Já se viu em detalhe aqui: uma coisa é ser delicada, graciosa, meiga, evitar fazer de "chica esperta", não recear ser ocasionalmente a  ser a "donzela em apuros" e deixar que os homens façam o seu papel de cavalheiros. Outra é fazer-se "fofinha", falar à bebé, ter o conteúdo cerebral de um peluche da Hello Kitty  e ficar histérica, aos guinchos, perante qualquer percalço (e.g pneu furado) ou ante a vista de um rato ou aranhiço. Isso não é amoroso, não é giro, não é (blhec) quiduxo. É patético. Bitch please.

4- Dar apoio x "mais valia e estar calado"



Encorajar quem está em baixo, fazer de ombro com paciência de santo nos momentos mais negros de um amigo ou, no limite, dar-lhe um choque de realidade é uma coisa. Mas dizer coisas parvas do estilo "talvez não te tenhas esforçado o suficiente" quando a pessoa já se virou do avesso...isso não é nada produtivo. Ou bem que se tem a resposta para o problema, ou bem que se é um bom ouvinte e mais nada. Afinal, ninguém gosta de ouvir sentenças que pouco adiantam.

5- Efeito "bronzeado" x base terrosa



Algumas pessoas ficam melhor bronzeadas - principalmente as de pele dourada, morena ou parda, que às vezes parecem macilentas no Inverno. Depois, um pó bronzeador estrategicamente aplicado pode dar aquele ar "dispendioso" a uma maquilhagem, mesmo em caras pálidas. Mas - tal como acontece com o blush- nas mãos erradas (ou tom errado) o desastre é muito provável. Duas manchas cor de tijolo nas faces não dizem "faz de conta que fui esquiar a St. Moritz" como algumas trapalhonas julgarão. No entanto, pior ainda é tentar conseguir o efeito bronzeado recorrendo ao fond-de-teint. Por mais que certas esteticistas de esquina armadas em maquilhadoras continuem a dizer o contrário, a base deve ser do tom da pele: serve para uniformizar a cútis, não para "dar cor". 

6- Respeitar as mulheres x ser um "capitão salva galdérias"


Tratar toda a gente com respeito- em especial o sexo frágil - e não ser um chauvinista é cavalheirismo. Já não fazer distinções e valorizar da mesma maneira uma rapariga bem comportada, elegante, que se pode apresentar aos pais ou uma serigaita vulgar, de moral questionável, com a desculpa da modernidade ou dos "direitos iguais"...é uma opção individual, claro. 
Muito do agrado de certos homens-beta- de- mente- aberta que defendem o "amor livre" porque assim acham que somam conquistas fáceis mas acabam "caçados" assumindo um relacionamento sério com uma das doidivanas com quem pretendiam apenas  divertir-se. 


Outros ainda sentem-se uns salvadores da pátria ao fazerem de raparigas problemáticas "mulheres honestas", achando que assim afirmam a sua masculinidade e que elas lhes ficarão gratas para sempre. Quase sempre o conto acaba com o homem "modernaço" a queixar-se de ter feito figura de parvo, porque já se sabe: podemos tirar a rapariga da barraca, mas não a barraca da rapariga. E com o "cavaleiro andante" ter dificuldades em arranjar mais tarde uma mulher decente, porque a fama corre e uma reputação estragada não conhece sexos.

7- Guiar devagar x "devagar, tipo rally"



Ir "só a 70" numa estrada normal ou numa estrada íngreme de montanha aos zigue-zagues NÃO é a mesma coisa. Há que adequar a velocidade ao terreno, porque guiar a 80 junto a um precipício não é exactamente tão seguro como fazê-lo na circular à vontadinha. Por muito que alguns ases do asfalto insistam em confundir prudência com exagero. E em sacar do argumento "desmancha prazeres!" quando alguém enjoa e vê a sua vidinha a andar para trás com tanto cross country. A mania é mais comum aos cavalheiros, embora também haja mulheres aceleras que convidam ao estribilho misógino sem graça nenhuma "mulher ao volante/perigo constante".



To be continued....



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