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Wednesday, July 19, 2017

Cuidado com os "homens pavão"

A mulher de Jeremy Meeks (esq.) e a amante (dir): ex-aequo Prémio Burrinha-Parvinha do ano!


Parece que eu estava certa em relação ao gangster de bairro que se tornou modelo famoso, Jeremy Meeks.  Eu quase nunca me engano e raramente tenho dúvidas em relação a estas situações, pronto. É um dom. Posso não ter jeito para outras coisas mas na arte de tirar o perfil às pessoas não há pai para mim.

 Não que neste caso fosse preciso ser nenhum profiler do FBI, entenda-se - qualquer pessoa com dois dedos de testa percebia a boa peça que ali estava.

Qualquer pessoa menos as fãs malucas do "modelo" ...e a esposa deste, Melissa, que foi doida o suficiente para se casar com o valdevinos quando ele era um criminoso anónimo sempre dentro e fora da cadeia (já lá vamos).



Long story short: o "manequim" (e insisto nas aspas porque a mim o menino nunca me enganou nem provou ser mais do que um cadastrado perigoso num golpe de sorte) foi fotografado há dias a trair a mulher com a herdeira da Top Shop, Chloe Green. 



A rapariga, que é uma cabeça leve, está toda contente e a escarnecer a legítima na carinha. O traidor das dúzias, todo contente está. O pai da menina, o magnata dos trapos Sir Phillip Green, encolhe os ombros mas não há-de ter ficado nada satisfeito.  E a mulher do bandido, essa, pediu-lhe o divórcio. Melissa diz-se devastada com a traição e a humilhação pública. Coitadinha. Tenho imensa pena dela.

E no entanto...não tenho.

Uma pessoa não pode fazer-se de vítima das circunstâncias que criou por sua própria cabeça. Mas Melissa - como montes de mulheres por esse planeta fora- está a fazer isso mesmo. O futuro da relação estava escrito a letras gordas e ela não viu porque não quis ver.

Verdade seja dita, nesta história a esposa e a "amiga" levam as duas, num desonroso empate, o Prémio Burrinha -Parvinha do ano. Mas a mulher será quem sofre mais, pela triste figura, porque não tem milhões para se consolar em distracções, porque tem uma família para criar e em última análise, pelo muito que aturou para agora ter esta recompensa.




 A pobre coitada, que se mata a trabalhar como enfermeira, conheceu o gandim de olhos claros quando era uma mãe solteira (e carente, com certeza- o mal do mulherio é sempre a carência e a baixa auto estima, que lhe tolda a esperteza) e ele, um gangster sem eira nem beira uns quantos anos mais novo do que ela.

A diferença de idades, não tendo grande importância per se, quando associada a outros senãos é um factor de risco: os homens são sempre um pouco mais imaturos; isto além de acharem, muitas vezes, que uma mulher perde pontos no "mercado dos namoros" quanto mais velha for. Por fim, sejamos francos: não sendo Melissa uma mulher de se deitar fora, ele é bastante mais vistoso do que ela. Honra lhe seja feita, aos 38 anos é mais gira do que a amante de 26, mas ainda assim...  erro crasso, senhoras!




 Um casal deve estar fisicamente equilibrado, mas se é para alguém ser mais espampanante que seja a mulher, porque homens vaidosos não há quem ature. Em suma, a receita era desastrosa.

E apesar disso... que fez esta moça com estudos, com uma carreira, com duas crianças a seu cargo?

 Deixou-se embeiçar e a fazendo vista grossa ao cadastro *literalmente falando* nada recomendável do mancebo, tratou de o levar para casa, de se amasiar com ele e por fim, de casar com a criatura (nem me surpreendia nada que tivesse sido ela a pedir a mão dele; querem apostar?).




Não contente com isso, ainda passou a sustentá-lo, trabalhando a full time enquanto o madraço (quando não estava na prisão) ficava a tomar conta da casa e da pequenada. Era preciso ter muita confiança! E nas vezes que o seu amado ia de cana, lá estava a a escrava a trabalhar, a tomar conta da família e a fazer-lhe visitinhas conjugais. Um paraíso. Entretanto lá nasceu mais um pequerrucho.





Por fim, o rapazola foi catado pela bófia pela enésima vez e lá alcançou os seus 15 minutos de fama graças ao infame retrato da cadeia, começando, comme il faut, uma divertida existência estilo rockstar.

A esposa (que na sua ingenuidade sem limites, ainda achou que ele ia finalmente trabalhar e ter meios para sustentar a casa) reclamou que queria ser incluída na nova vida dele -  mas é claro que o deslumbrado quis fazer de solteiro, como bom malandro que é - típico de quem nunca teve nada na vida nem fez por isso, e perde a cabeça com os primeiros brilhos dos holofotes. Mandou-a passear e ficar nos EUA com os pequenos, na mesma casa onde tinha vivido às custas dela, sem beneficiar em nada dos seus recém adquiridos luxos e mordomias. Sempre que vinha a casa, havia zaragata. E o que tinha de suceder sucedeu, pois claro. Daí a traí-la publicamente foi um pulinho.



É claro que agora Jeremy está a fazer os possíveis por repetir o filme e achar uma mulher que o sustente, desta feita para o resto da vida e em grande estilo. Quem sempre se aproveitou de mulheres e nunca teve ética vai agora ganhar consciência e vergonha na cara? ´Tá quieto! Mal a separação se tornou oficial, apareceu em Beverly Hills com a "amiga" às compras. Jóias. Vamos apostar quem pagou a conta?




Volto a dizer- e desculpem a dureza, mas as mulheres têm de ganhar juízo senão vão continuar sempre a chorar pelo mesmo - no meio disto tudo, Melissa só se pode culpar a  si própria. Que mulher ajuizada, a trabalhar para sustentar dois filhos que já tem fora do casamento, se apaixona por um cadastrado conhecido só porque tem uns olhos azul-piscina de carneiro mal morto e diz umas coisas bonitas que ela quer ouvir? Só para mostrar que afinal arranjou marido? Para fazer inveja às "migas"?

 Francamente-  o rapaz é engraçadinho, mas dessem-lhe olhos comuns e só sobrava um moço normal com boa estrutura óssea.  E se calhar nem isso, porque na altura em que a esposa o conheceu até era mais gordinho e tinha um rabo de cavalo farfalhudo que lhe tirava metade do impacto.




 Um tipo sem instrução, sem pedigree, metido em más companhias e pior, acusado ou pelo menos associado a crimes violentos - uma alma corrompida, em suma, oriunda de um meio muito ordinário. Um mariola que não se pode apresentar a ninguém. Ora francamente. É caso para uma mulher perder a cabeça? A rapariga tem uma auto estima abaixo de zero, ou o feminismo deu-lhe a volta às ideias. No "meu" tempo havia um nome muito categórico para "homens" velhacos, sejam feios ou bonitos, que vivem à custa de mulheres.



Resta esperar que Chloe Green, a amante, como menina rica e caprichosa que é, se farte depressa do brinquedo (ou que o pai tenha bastante energia para velar por ela) . E que ponha a mão na consciência - um homem casado é off limits, mesmo que não valha um caracol. Esperemos também que Melissa, por seu turno, ganhe juizinho e amor próprio para não fazer de mulher da luta no futuro.




Quanto ao manequim, se for tão desmiolado como tem sido, não há-de saber conservar a sua boa sorte. Mas se acreditarmos nas palavras de Camões ("os maus vi sempre nadar em mar de contentamentos") e na baixa auto estima de muita mulher por esse mundo de Deus, há-de andar a explorar incautas até que a idade o atraiçoe e perca os encantos que o têm mantido confortável na vida até aqui...

E a todas as que não têm nada a ver com o caso, fique a lição para seu governo: um homem que se deixa sustentar sem o mínimo de pejo não é boa rês, por mais que o feminismo pregue o contrário. E quem quiser um pavão para exibir, mais vale comprar um pavão a sério, com cauda- sempre enfeita o jardim e não causa inseguranças escusadas. Aprendam que eu não duro sempre mas cafadjestxis sempre os haverá.

Uma mulher não pode ser tão fraca. Bem dizia a minha santa avozinha, "é preciso ser muito segura e resoluta!". Or else...

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