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Saturday, November 10, 2012

Clutch "para meter conversa"

Alexander McQueen De Manta brocade clutchJason Wu Daphne embroidered satin and metal box clutchCharlotte Olympia Lunatic leather clutchCharlotte Olympia Baboushka embroidered leather clutch

Todas nós já tivemos aquele evento onde não se conhece praticamente ninguém. Dependendo do à vontade ou timidez de cada uma, há várias maneiras de contornar esse constrangimento. Uma delas é ter um acessório que chame a atenção, dando o mote para começar uma small talk que não fale só do tempo. A Net a Porter sugere esta semana que se use uma "conversation clutch" para o efeito. As clutches são dos acessórios em que invisto mais, mas como os meus gostos vão para o clássico/elegante e para os detalhes preciosos, posso dizer que só tenho duas ou três originais o suficiente para despertar a curiosidade de alguém: uma delas é em forma de um corpete de senhora...
Claro que é preciso ter em conta a formalidade do evento ao escolher um acessório invulgar: algumas são demasiado divertidas para ocasiões mais solenes e adequam-se a festas de amigos, concertos, lançamentos de livros ou produtos, saídas à noite...

                                                               

Esta De Manta (Alexander McQueen) em brocado é totalmente o meu género: a cor, o material... Além disso, é plus size. Todas as minhas clutch são médias, porque mesmo recorrendo ao truque "carteira maior com o resto da tralha escondida no carro" não consigo prescindir do telefone, bâton, pó de arroz, mini escova, toalhitas e por aí fora. Outra vantagem é que fica fabulosa num acontecimento formal, mas pode adaptar-se a um look boho ou hippie chic sem problemas.


                                                  
A Lunatic, de Charlotte Olympia, é uma clutch para visuais de estilo criativo mas creio que a versão  preta se pode adaptar a situações um bocadinho mais sérias. Há algo de Picasso nela e o tamanho também é simpático.

                                                          
      A Daphne, de Jason Wu, presta-se à tendência chinoiserie que regressou este ano e inclui um detalhe que vamos ver bastante por aí: as borlas orientais. Eis uma carteira que também é versátil. Fica lindamente numa toilette formal; mas com jeans escuros, um belo casaco de pêlo e saltos altos acrescenta um "quê" a um visual para depois do por-do-sol.  Olhar para ela recorda-me que tenho três exemplares de seda chinesa bordada que preciso urgentemente de voltar a usar (e que têm um tamanho mais prático).   


                                                                                             
   
Por fim esta Baboushka, de Charlotte Olympia, é o tipo de clutch que não compraria de propósito, mas não lhe torceria o nariz se viesse parar à minha mão. É fofinha, original, adequada a visuais casual chic ou mesmo informais (para quem consegue andar com pouca coisa durante o dia) e decerto, um óptimo conversation starter...




                                                       




















Monday, August 13, 2012

A revolta dos Cintos

Cintos de Hervé Léger, Zac Posen, Carlos Miele, DKNY (F/W 2012) retirado daqui.                       
Os cintos são dos meus acessórios preferidos : estou para eles como algumas raparigas estão para a bijutaria e tenho-os de todos os estilos, cores e modelos. Prefiro objectos bonitos, mas úteis, em vez de acrescentar ao visual um elemento que se limita a enfeitar. E o cinto tem inúmeras aplicações: dá outra vida a determinadas peças, ajusta uma túnica ou vestido solto - evitando por vezes, arranjos definitivos - actualiza ou confere sofisticação a uma toilette...um sem fim de possibilidades.  Os exemplares vintage, sobretudo, são uma perdição. Falem-me em deitar a mão a um stock de uma loja dos anos 70/80 e os meus olhos começam a brilhar. O senão? Tenho demasiados. É raro eu fazer um raid de compras sem trazer algum modelo diferente. Com uma mãe que também gosta deles, façam as contas. Sem considerar os que já herdei e alguns que me ofereceram...
Enfim, é muito complicado decidir os que ficam mais à mão e arranjar gavetinhas ou suportes para todos, de maneira a continuarem fáceis de ver e escolher. Ter muitos e não saber onde andam é do piorio: acabo por andar sempre com os mesmos...não pode ser!
 Logo, a minha fobia a arrumar os cintos é proporcional à minha atracção por este acessório. Ontem foi lindo: cansada da brincadeira e insatisfeita com a última volta que lhes tinha dado, espalhei-os todos pelo quarto e vai de os separar por categorias, com a ideia de os distribuir pelas gavetas. Pois sim! Não havia maneira de acertar porque muitos encaixavam em vários tipos diferentes: de festa, largos, finos, de tecido, obi, elásticos, discretos, elaborados, de couro, de materiais exóticos...perdi a conta às vezes que arrumei e voltei a desmanchar tudo. Parecia uma invasão de cobras de todos os tamanhos a passear por ali. Por fim lá ficou tudo a meu gosto, mas estou com medo do próximo round, porque ainda há caixas guardadas, com objectos serpenteantes a saltitar de antecipação. Coragem!


Thursday, June 14, 2012

Sou do contra: bijuteria, yay or nay?

Heidi Klum
A propósito dos statement necklaces, tão em voga nesta temporada, pus-me a pensar no regresso "em grande" da bijuteria a que temos assistido. Ao percorrer a blogosfera e algumas publicações da especialidade constato um entusiasmo sem precedentes com berliques e berloques criados em materiais mais ou menos alternativos, sobretudo pulseiras e pulseirinhas. Parece-me que tal como as cores candy e neon, esta será uma reacção à austeridade em que nos encontramos mergulhados. 
    Nesse aspecto creio que estou contra a corrente, apesar de gostar francamente dos statement necklaces e cuffs.  E não obstante admirar o estilo de Coco Chanel e Jackie Kennedy, partidárias de algumas "jóias de fantasia" com qualidade, fui habituada no velho conceito de que uma mulher deve usar materiais nobres  ( não necessariamente caros) ou então, nada.
 Depois, fui uma adolescente do millenium, o que significa que apanhei as correntes do minimalismo e dos stealth affluentials, tão discretos que usavam anéis com os diamantes virados para dentro para não ofenderTalvez por isso, demasiados ornamentos provocam-me uma certa irritação visual - prefiro apontamentos úteis e centrais para o look, como uma boa pregadeira que simultaneamente enfeita e modera o decote, aos abanicos aqui e ali. Em mim, bem entendido - porque há pessoas que os usam com resultados soberbos. 
Em termos de bijuteria, confesso a minha negligência absoluta. Ainda tentei aderir e além disso fui alvo carinhoso de algumas ofertas (que se traduzem por algumas caixas guardadas) mas poucas foram as peças que integrei realmente no meu dia a dia.  Entre a minha bijuteria ma non troppo contam-se pulseiras e colares (especialmente egípcios, indianos e de outras paragens, como a Hungria) de metal e com pedras, alfinetes e camafeus antigos, algumas coisas feitas por artesãos venezianos e nacionais em materiais interessantes ou semi preciosos, strass de boa qualidade ou cristais swarovski e  gargantilhas de tecido com contas de vidro. No meio deles, claro, há cuffs e statement necklaces, incluindo  um de jade já bem velhinho que eu considerava extravagante, mas que empalidece em comparação com os novos modelos. 
A vantagem deste costume less is more é que direcciono os meus "investimentos" para outro tipo de acessórios e dificilmente me desgraço com novidades. A maioria das meninas não estará de acordo comigo nesta, mas é por isso que o mundo "não se tomba"...

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