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Saturday, May 28, 2016

Que casaco usar sobre saias ou vestidos?

Apesar de a Primavera já ir avançada, as temperaturas ainda são instáveis e um agasalho é indispensável, principalmente à noite. Nesta altura começamos também a tirar partido dos cardigans, dos blazers frescos ou sport jackets, dos blusões e de outros casaquinhos de meia-estação.

No entanto, se é relativamente simples escolher um agasalho que fique a matar com jeans ou outras calças, quem usa saias e vestidos regularmente poderá notar que às vezes, o casaco parece deixar o conjunto um pouco sem graça. 

Isto porque acertar nas proporções para saias é um bocadinho mais complicado - se quisermos mesmo um resultado perfeito, que favoreça realmente a figura.

Mas sabendo um truque muito simples, é mais fácil acertar: não usar nada que corte a figura nem a saia a meio. É que isso pode funcionar...ou não. Para quê arriscar?



 Para não haver mesmo erros, o casaco deverá sempre ser sensivelmente igual ou mais longo do que a saia (no caso de sobretudos leves, gabardinas, kimono jackets...)....

Ou então, um pedaço mais curto; idealmente, um casaco curto para saias ou vestidos deve cair um pouquinho acima da linha da cintura (em blazer, blusões, casaquinhas...).   

Se vai usar um vestido de cocktail pelo joelho ou 3/4, por exemplo, um bolero fará com que a figura fique mais longa, além de criar curvas bonitas- ao contrário de um casaco que cubra totalmente a cintura.



Isto é especialmente válido para vestidos ou saias cingidos e com mais estrutura (sheath, linha A, corpete + saia de balão) e para as mulheres com uma anca feminina, pronunciada (ampulhetas, pêras...) sejam mais cheinhas ou magras, altas ou baixas.

Se quiser usar,um casaco médio e solto como um boyfriend blazer, por exemplo, ele resultará melhor sobre um vestido fluido, com menos forma - shift dress, por exemplo.




Trata-se de um pequeno detalhe que pede observação, mas faz uma diferença enorme na silhueta! Já tinham reparado?





Sunday, December 29, 2013

Ode aos capuzes

                                              
Não sei se tem a ver com a minha paixão pelas roupas de outros tempos (não me importo nada de incorporar peças ou inspirações de várias épocas, nomeadamente a medieval, sec. XVIII e XIX no meu guarda roupa) se com a minha embirração com guarda chuvas (deixo-os em toda a parte e cansam-me o braço; só os uso em último caso) que é proporcional ao meu horror a molhar o cabelo, com a minha mania de passar despercebida sempre que me apetece ou com tudo isso junto, mas adoro capuzes e, mais do que isso, casacos encapuçados. Um verdadeiro Fado da Embuçada, é o que é.

 Não há nada mais prático do que um sobretudo (parka, de lã, de algodão, de pele, de cachemira, de fazenda, bordado,seja que casaco for) que simultaneamente é quente (ou no caso dos casacos de Primavera, protege contra o vento) e ao mesmo tempo  resguarda da chuva ou humidade repentina E AINDA nos permite esconder-nos em caso de necessidade. Pessoa chata à vista? Atira-se o carapuço por cima da cabeça, olha-se para o lado e problema resolvido, já não se tem de cumprimentar a peste. Como se não bastasse ainda acrescenta aquele charme extra, de donzela em apuros num jardim francês. Perfeito. 

 Sobretudos com carapuço são daquelas peças que passo a vida a procurar. Nunca tenho demasiados porque são difíceis de encontrar, por estranho que pareça. Das vulgares canadianas às gabardinas, passando por capas de ópera ou overcoats com uma gola gigante que se transforma em capuz, guardo-os como tesouros porque as marcas raramente os fazem. Já me disseram que muita gente - gente que obviamente não sabe viver -  os manda retirar "porque incomodam", daí a fraca oferta. Daí advém a chatice pior: os capuzes amovíveis que depois passam a vida a cair e a perder-se.

 "Incomodam"? Seriously? Deve haver muitas almas que gostam de molhar o cabelo ou não ter como evitar situações constrangedoras, almas que ainda não viram a luz. Só isso explica que não se tenham convertido à seita do carapuço.

 Como eu sou crente, podem estar certos que, fosse eu famosa - e já disse por aqui várias vezes que uma das poucas razões boas para se ser famosa é ter a oportunidade de criar uma super colecção cápsula para uma marca qualquer - as minhas criações haviam de incluir capas de ópera para sair, sobretudos, gabardinas e canadianas com fartura, tudo encapuçado para diferentes ocasiões. Mais do que uma colecção, seria um movimento (e mais útil do que o da Miley Cyrus, que ninguém percebe para que serve): hood yourselves!


Tuesday, September 3, 2013

Falemos de casacos.

                               

Não sou a maior adepta de verde-tropa (quando se trata da inspiração militar, prefiro os uniformes de gala) mas esta parka Prabal Gurung tem tudo para me agradar: a cinturinha, o capuchinho, a gola de pêlo, as proporções perfeitas. Se ao menos eu não tivesse mais sobretudos, casaquinhos e casacões do que o meu charriot consegue aguentar!
Felizmente, as tendências mantiveram-se sensivelmente iguais do Inverno passado para este - ora porque os formatos clássicos voltaram às lojas, ora porque surgiram tantas novidades (ou revivalismos) que as consumidoras não conseguiram experimentar todos os modelos no ano passado. Assim, haverá oportunidade tanto de usar o que temos em matéria de big coats, perfectos,  trench coats, etc, como de reforçar a colecção.

Mas vejamos os principais modelos (e aqueles em que convém investir...ou nem tanto).





O belo casaco rosa: já falei dele aqui. Para quem gosta, e não se importa de o ter guardado no armário para as ocasiões.


stella mccartney fall 2013 ready-to-wear photos
O Big Coat oval: apareceu no ano passado, é divertido de usar, mas pouco democrático. A quem tem medo de arriscar o investimento, recomenda-se um assalto ao armário da avó.

                     

Clássico: assertoado ou a direito, abaixo do joelho ou mais curto...se está a precisar de casacos que não passam de moda, como este Burberry, a temporada que se aproxima vai ser rica em boas ofertas.


Canadianas: nunca são demais, aparecem pouco nas lojas e em suma, se houver muitas este ano esta é capaz de ser uma das poucas compras que farei. Isso e ...

...trench coats, como este Phillip Lim. Ou porque estão na lavandaria, ou porque os mandei arranjar, ou porque me dá jeito mais um de outra cor,  não lhes resisto. Mas atenção: encontrar a gabardina perfeita, ou o trench coat de lã ideal,  dá trabalho. Espero vivamente que este ano não faltem opções.


Parkas: luxuosas como esta ou com um aspecto prático e desempoeirado, dão sempre jeito para passeios no campo ou dias de preguiça, em que nos apetece estar quentinhas sem fazer grande toilette.


Blazer:  veio para ficar e neste Inverno as versões masculinas coroam a tendência da androginia chic, como quem diz "assaltei o armário do namorado". Com um bom par de stilettos, um ligeiro decote e bâton encarnado, faz um efeito belíssimo.


Bikers, perfectos, bomber e varsity jackets: em couro ou nos mais variados tecidos,  os eternos blusões acompanham tanto o styling mais tradicional (nunca esquecer a combinação vencedora calças skinny pretas + blusão de cabedal + camisa branca + scarpins) como as ideias mais inesperadas. Não me atreveria a usá-los sobre um vestido romântico de gala, como tenho visto, mas com um vestido preto espartilhado, aconselho vivamente.

Monday, December 17, 2012

Sobretudo faux fur..e dica natalícia


Motiv 073


         
Fizeram-me chegar algumas propostas C&A para o Natal e o Reveillon, e este sobretudo de faux fur chamou-me a atenção por várias razões: porque o pêlo, verdadeiro ou falso, se nunca sai completamente de moda, nesta temporada é uma tendência realmente forte; porque todas as mulheres devem ter no seu closet agasalhos adequados a datas festivas - vejo muito boa gente que investe balúrdios num vestido para "aquela noite" mas esquece-se desse detalhe e depois usa um casaco banal por cima ("quando chegar à festa, tiro-o..." e lá se vai o glamour) ou passa frio porque, com sorte, tem alguns boleros demasiado frescos.
Roupas e acessórios para ocasiões especiais são dos presentes que mais gosto de oferecer a familiares e amigas, por essa mesma razão. 
      É raro o Natal ou aniversário em que as minhas lembranças não passem por vestidos de festa (devidamente escolhidos de acordo com o tipo de corpo e estilo de quem recebe, pois claro) clutches ou abafos para ocasiões formais. Se conhecer realmente bem a pessoa e os seus gostos, posso oferecer uns sapatos ou sandálias no mesmo género. Já vos contei que por ossos do ofício aprendi muito cedo que o nosso guarda roupa deve estar sempre guarnecido de peças assim, para não andarmos a correr as lojas em pânico, quando surge um evento especial, à procura do vestido/coordenado + agasalho + clutch ideais - que fazem o favor de desaparecer das montras na altura em que mais precisamos deles. E a época das festas é precisamente a melhor altura para aplicar o mandamento " compre quando há". Para quem precisa de um sobretudo clássico de festa sem comprometer o orçamento - ou quer oferecer um - este é uma boa opção: é comprido (logo, pode usá-lo até sobre um longo vestido de gala) quentinho, com reforço de pêlo na zona do decote, que fica normalmente mais exposta. Além disso, um casaco como este é simples e versátil o suficiente para coordenar com jeans skinny, cachecol, botins e uma carteira descontraída, conseguindo um look boho...e multiplicando as oportunidades para o usar. Isto para quem não gosta de ter demasiados casacos ou prefere não manter "roupa guardada para uma ocasião"...

Wednesday, November 28, 2012

Casacos: cintado ou oversized?





OVERSIZED VS HOURGLASS Whether you choose voluminous or waist-cinching, you'll be ticking off a key coat trend this season. SHOP NOWO tópico dos casacos desta estação foi abordado aqui e aqui, e se há algumas semanas não estava muito entusiasmada com a roupa de Inverno, agora já começo a desejar vestir alguns dos exemplares mais fofos. As opções para esta temporada são mais que muitas, mas a tendência inspirada nas décadas de 50, 60 e na Belle Époque oferece duas escolhas opostas: o oversized (em forma de ovo, de sino, de blazer largo, vários tipos de capas ...) e o ultra cintado (assertoados, de alfaiataria ou com um cinto justo) que  realça a figura de ampulheta tão em voga. Por norma, a minha preferência vai para os sobretudos ou casacos que marcam a cintura.  Mas para começar, sou uma perdida por casacos-capa, capas tradicionais e capinhas de todos os feitios; depois, não resisti a pelo menos dois exemplares do big coat, um em tweed, outro de camurça com grandes botões...e a uma capa como manda o figurino! (Andava há séculos à procura de uma capa longa, quentinha e com carapuço e finalmente, ela lá apareceu...) Pessoalmente, tenciono variar entre os dois tipos. A temporada ainda mal começou, mas já consegui usar alguns modelos seleccionados de ambos os géneros para fazer parte do guarda roupa deste Inverno. Não fotografei todos, mas ficam exemplos:

                                              
                                                             Sobretudo de couro, cintado, vintage.
                                                 
                                                               Canadiana/capa, "encapuçada", Bennetton.

Sobretudo amplo, com cinto de atar, inspirado na época Eduardiana -  fabrico português.
                                                       


                                                 

















Tuesday, November 20, 2012

Get the look: Inverno + Kate Moss


La vida en imágenes de Kate Moss: abrigos de pelo
A Vogue España de Dezembro (digam-me what´s not to love nas revistas de moda de nuestros hermanos! Ainda estou para descobrir) tem como director convidado Mario Testino, que comme d´habitude trouxe consigo a sua musa, Kate Moss, para uma edição totalmente inspirada na cultura espanhola. 
E fazerem o mesmo por cá, mmm? Era bonito. Online, já está disponível uma galeria com os looks mais marcantes da mítica modelo. Tenho dito que para mim, Kate Moss é uma das poucas it girls da nossa época que ficará na história. Foi a cara dos anos 90 e fez como poucas a transição para o novo milénio. Mistura uma singular habilidade para se antecipar - ou mesmo lançar - tendências com um perfeito sentido de equilíbrio e noção dos clássicos. Raramente a vemos com um look, por mais antigo que seja, que pareça datado. Reinventa-se e actualiza-se, mas sempre com uma linha condutora. Senão, atentemos neste visual boho baseado nos anos 70 que usou em 2003, e que pode perfeitamente ser vestido agora. Tem o casacão de peles (check!) tem a bota elegante - nem demasiado chunky, nem demasiado desconfortável (check!) a calça skinny -  um item clássico que andou esquecido mas que sendo tão prático veio, conquistou e vai ficar, apesar das variantes mas largas (check!); uma clutch de ar vintage e um lenço de seda. Jovem e simples, mas elegante, esta é uma das "receitas" que aprecio bastante quando estou preguiçosa: basta um top bonitinho para criar uma toilette informal, ideal para saídas com amigos. Cabelo solto e rebelde, e já está. Este ano tenho um novo casaco do género, em branco, para juntar à minha colecção de statement-coats, mas adorava um de pêlos longos e brilhantes como esse da imagem...

Tuesday, November 6, 2012

Agarrem esse casaco! O look de Penelope Cruz em Roma.



Penelope Cruz apresentou-se na photocall do filme "Venuto al Mondo", em Roma, com um belo trench coat de couro Versace, acompanhado de uns pumps `Eros´ de Jimmy Choo. Eis um look muito simples, edgy chic, e  que dá um aspecto realmente fabuloso sem esforço. O styling também é do mais fácil de conseguir em casa: até está um nadinha despenteada, mas como o traje é tão clean, consegue mesmo assim ter um ar sofisticado.
Apenas um reparo: por vezes os casacos assertoados como este - ou seja, com botões que cruzam - não são pensados para quem tem um busto volumoso, como é o caso da bonita espanhola. Para que não fique demasiado apertado no peito, roubando "espaço" e tecido que devia deixar a cintura à vontade, nem dê a ilusão de aumentar a zona do abdómen, o melhor é experimentar vários tamanhos.  Em certos casos, é boa ideia escolher um número maior, que se mande apertar bastante nos ombros e na cintura, numa casa de peles ou costureira que trabalhe com máquinas apropriadas. Ou isso ou optar por um modelo parecido e com cinto mas de corte a direito, que favorece a maioria das silhuetas.

Friday, November 2, 2012

Peça essencial: Blazers

Se o Verão passado foi dedicado às saias, que regressaram em força e em todos os modelos possíveis, este é sem dúvida o Inverno dos casacos, como já comentei aqui. Dos big coats aos assertoados militares, passando pelas capas (Gucci) trench coats criativos (Burberry) e sobretudos de pêlo ou couro, casaquinhos de tweed, metalizados e brocados, haverá agasalhos justos e largos, curtos e longos, com todas as inspirações e tecidos possíveis. Depois de anos de vacas magras,  em que as "imitações de sobretudo" ameninadas, de corte império e acima do joelho dominaram, eis uma temporada para adquirir bons casacos clássicos e femininos...ou variantes originais e andróginas, que lembram as loucuras de Comme des Garçons nos anos 80.
É claro que se falamos de casacos,  não poderíamos deixar os blazers de fora, e neste Inverno eles não fogem à regra: há-os de todos os modelos, cores e materiais (incluindo couro e camurça). Até as versões compridas e largas regressaram, o que significa que quem tiver acesso aos armários vintage das mães e das tias se vai divertir bastante com exemplares que se julgava nunca mais verem a luz do dia...
 Há que aproveitar, pois em boa verdade o blazer nunca passa de moda e poucas coisas são tão práticas e acrescentam tão rapidamente um "quê" de elegância e sobriedade a um visual descontraído...








Monday, October 29, 2012

Poder de decisão: casacos

Estamos no capítulo final da organização do meu closet (hip, hip, hurray!). Saias, calças e sapatos, feito; carteiras, custou mas já está - ando tentada a publicar aqui um retrato de todas elas juntas sobre a minha cama; um quadro realmente edificantevestidos, quase quase; tops, quase; camisas e blusas, nem quero pensar nisso antes do meio da semana porque me arrepia; botas, ando lá perto; cachecóis e lenços, falta. Felizmente as luvas estão bem arrumadinhas, tal como os chapéus. 
  Mas não podemos esquecer que além da organização geral (leia-se, decidir o que fica para uso, o que se guarda e o que vai embora) há a organização sazonal. Durante a limpeza, arranjei novos donos para tudo aquilo que já não  tinha utilidade, ganhando assim algum espaço; mas ao seleccionar a roupa de Inverno, vi-me confrontada com um facto: mesmo em condições ideais, teria alguma dificuldade em ter toda a colecção de casacos, blusões e sobretudos como gostaria. Ou seja, reunida na totalidade e agrupada por géneros. Paciência: tive de me mentalizar que seria melhor ter no closet só aqueles que quero usar este ano, e guardar o resto noutra parte da casa. Se por um lado, isso representou um esforço titânico (pesam que se fartam e quando os coloquei para observação no meu quarto, este ficou transformado em armazém por umas horas, com casacos, casaquinhos e casacões erguendo-se acima da minha cabeça) por outro, foi bom por três razões:

a) É boa ideia substituir os cabides regularmente, principalmente os que não são de madeira, para que os casacos não ganhem "jeitos" estranhos ou pior, caiam para o fundo do armário. No meu caso, como para agasalhos utilizo um charriot de desfile num quartinho próprio, se algum escorrega fica escondido no meio dos outros e anda desaparecido imenso tempo. Desta vez usei alguns de veludo para as coisas mais leves e frágeis; para todos os outros, cruzetas de madeira sólida, com ganchos de ferro. Problema resolvido.

b) Quando temos muitas peças volumosas, há a tentação de reparar mais numas do que noutras. Isso leva a que nos esqueçamos de coisas giras (principalmente as que comprámos no final da estação passada e não chegaram a ter uso) ou que andemos sempre com o mesmo. Convém sempre dar uma "refrescadela" periódica, mesmo ao mais cuidado dos armários, para dar realce aos novos exemplares e compreender de facto o que se tem e como pode ser incorporado nos visuais da estação. Descobri algumas coisas que nem recordava que tinha, como um bomber jacket Mac Douglas lindo de morrer (que adivinhem, hoje vai à rua comigo).

c) Apesar de ser chato e difícil tomar decisões, é muito agradável ter à mão APENAS as roupas que queremos usar nesta temporada e pôr de parte as que já cansam. Guardei alguns clássicos (trench coats, sobretudos cintados) e peças preferidas, mas aproveitei para colocar à vista must haves como o big coat, as capas, os sobretudos em pele ou pelo e os casacos militares. Assim, fica-se com uma ideia muito melhor dos looks e combinações a criar.

E as meninas e meninos? Já organizaram os vossos agasalhos?





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