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Wednesday, December 31, 2014

3 outfits de última hora para o Reveillon


Algo a estrear (para atrair boas notícias) uma peça azul (porque é costume) um toque de dourado (para chamar a fortuna) e de encarnado (para o amor)...tudo tradições muito bonitas.
 Mas a não ser que tenha planeado o reveillon com a devida antecedência, pode dar-se o caso de ainda estar às voltas com o que vestir para logo à noite. 
 Depois, sejamos realistas - fora das festas mais formais em ambientes quentinhos, tiritar numa toilette frufru é um disparate (e porque é que se vendem tão poucos vestidos de noite com mangas, quando está um frio de rachar?).
 Antes de usar o mesmo de sempre, think again - de certeza que há imensas coisas bonitas no seu armário que ainda não utilizou e que podem fazer toilettes adequadas (e confortáveis!) como manda o figurino.
Afinal, a tradição de se vestir mais chic para o Ano Novo é apenas uma forma antiga de agradecer o que houve de bom e convidar abundância e alegria para os doze meses que se seguem.


1 - Preguiçar em boa companhia junto à lareira

Com este frio, o que apetece MESMO (por muito tentador que seja sair...) é estar ao quentinho junto das pessoas queridas, com boa comida, uma taça cheia e uma lareira acesa. Mas estar em casa não significa esquecer que é dia de festa, por isso nada como um update ao look de todos os dias. Breeches ou skinnies simples, pretas, com uma camisola ou sweat festiva ou se preferir, o mesmo tipo de calças em pele + uma camisola fofa de boa qualidade. Depois é só juntar-lhe aqueles pumps que custaram os olhos da cara e que nunca usou.
 Já sabemos que depois da meia noite vai mudar para umas UGG ou umas pantufas de modo a devorar todos os filmes à vontade, mas até às doze badaladas convém fazer a parte, não vá o Ano Novo apanhá-la desprevenida - de acordo com a superstição, se estiver de pantufas à meia noite andará de pantufas todo o santo ano, e isso é capaz de não ser boa ideia.

2 - Festinha íntima com amigos


Ao longo da semana, todos os amigos que não tinham planos decidiram 
juntar-se em casa de um deles - ou vamos lá ser sinceras, a soirée estava mais que planeada mas como era só com gente íntima não pensou na toilette.
 Neste caso pode elaborar um pouco mais o visual, mas sem vestir nada muito fresco porque afinal, vai precisar de circular pela rua ou ir ao jardim contar as badaladas.
 Quando há pressa, a saia lápis especial - em pele ou tecidos ricos, como o brocado- que tem sido tendência nas últimas temporadas, é uma aliada perfeita.
 Uma alternativa menos clássica (e feminina with a twist) é saia rodada em couro ou napa, outra peça-tendência que tem estado em todas as lojas. 
Junte-se-lhes uma camisolinha ou crop top de malha clara (que caia imediatamente sobre a  cintura da saia) e uns bonitos stilettos (pretos ou de cor, se a saia for lisa) e já está. Se tiver pernas elegantes, um botim cavado q.b no tornozelo é uma opção mais confortável para usar com saia lápis.
 Não se esqueça de um bom sobretudo para fazer o percurso, et voilá.


3 - Ir para a rua ver o fogo de artifício 


Facto: há festas de rua por todo o lado e festejar no meio da multidão tem a sua graça...mas gelar, nem pensar nisso é bom!  A velha desculpa "bebendo e saltando ninguém sente frio" tem melhor reputação do que merece, além de ficar feio andar mal agasalhada. O cenário de raparigas tontas a tremer de frio nos seus vestidinhos pretos curtos e sintéticos com aplicações douradas e um casaquito por cima é lamentável...
 Ir para a rua com roupa de todos os dias também não tem piada nenhuma. Então, há que encontrar o meio termo: vestir para estar ao ar livre, mas com um ar luxuoso!
 Pense em Kate Moss e em Dr. Zhivago e adopte um visual rock chic: um casacão de ou com pêlo (que pode muito bem ser o abafo de peles que herdou da avó, ou o sobretudo extravagante que comprou nos saldos e nunca usou) umas cuissardes de salto confortável e um bonito carapuço de malha, daqueles que lhe oferecem todos os Natais mas só usa quando vai à neve. Por baixo, escolha- um vestido preto quentinho com collants polares, ou qualquer combinação de calças estreitas e camisola justa.


4 - Festa inesperada 

A sua cara metade decidiu surpreendê-la com um jantar num hotel luxuoso, ou a família tomou essa decisão à última da hora?
 Não pense demasiado nem vá buscar o vestidinho preto de cocktail - aproveite para estrear aquele achado mais vistoso e colorido que comprou em saldo e nunca chegou a vestir. Um dia não são dias, e sempre lhe dá uso - afinal, nesta data convém usar algo novo, mas se está no armário há dois anos ainda com etiqueta conta como novo. Basta adicionar os sapatos elegantes mais simples que tiver, e um bonito sobretudo. 



Sunday, December 21, 2014

Dicas *razoáveis* para festejar sem engordar


Todos os anos é o mesmo sermão - revistas, sites e amigos a anunciar aos quatro ventos o pavor de engordar durante as Festas. Quase se pode dizer que é de rigueur ganhar uns quilos nesta altura do ano, que se engorda só pelo medo ou que como ninguém gosta de engordar sozinho, trata de contagiar os outros.

Depois, mal entra o Ano Novo, começam as reviravoltas paranóicas e as resoluções de emagrecer à pressão, porque ninguém quer começar Janeiro em modo rechonchudo...

 Pessoalmente não gosto de ler essas coisas - acho que estragam a alegria a qualquer um. Festa é festa, a época é para dar graças pelo que se tem e aproveitar, a vida são dois dias e para emagrecer basta viver porque as arrelias inevitáveis consomem calorias que chegue, desde que não se ande por aí  a rezar o mantra "ai que eu engordo, ai que eu engordo".

 Mas para afastar o pânico, não exagerar e ficar mais descansada (o) há meia dúzia de estratégias que fazem a diferença:


  - Fazer opções


Acho sempre engraçado quem diz que engorda quando come bacalhau cozido na Consoada (lá em casa sempre se chamou ao bacalhau com todos comida da fome, porque dali a nada parece que nem se jantou). Se essa for a sua opção à Ceia, é só evitar as batatas e preferir legumes a acompanhar, porque...é peixe. Proteínas cozidas não podem engordar ninguém a não ser que se vire um caldeirão inteiro, eu acho.  Caso a sua família opte por outra coisa (de polvo a cabrito passando por sushi, há quem sirva de tudo hoje em dia) siga a mesma regra: mais proteínas e uma pequena dose de hidratos de carbono.
O mesmo vale para as sobremesas - são preferíveis as que têm mais fruta, ovos, natas, chocolate e frutos secos a muita farinha.

- Dosear

Uma coisa é provar de tudo, outra coisa é enfardar a esmo e ficar a rebentar. Se está perante várias sobremesas e tudo lhe parece bom, tire uma amostra de cada.
 Depois sirva-se em maior quantidade APENAS daquela (ou daquelas) que realmente adorou. O mesmo vale para as bebidas alcoólicas: se já bebeu vinho e champagne, se calhar é melhor saltar o copinho de licor super especial do seu tio no fim: assim como assim, o mais certo era cair-lhe mal depois de tantas misturas e tanta comezaina....e não há nada pior que ficar enjoado (a). Coca Cola light faz as vezes da outra e no meio de tantos doces, nem vai sentir a diferença.
 Muita gente também não aprova o adoçante, ou acha ridículo pôr uma pastilhinha no café depois de um banquete, mas grão a grão vai a galinha engordando e o açúcar refinado até pode não engordar muito, mas faz inchar. Em suma, faça pequenos cortes que somados, vão poupar redondezas supérfluas.


- Distribuir

Muitas vezes, depois de tempos infinitos à mesa, já nem há vontade de comer doces, mas...é suposto servir-se da sobremesa e pronto. Se já não lhe apetece por aí além, guarde a mousse, bavaroise, petit gâteau ou trouxas de ovos para o lanche. Por vezes parece que uma pessoa se levanta super satisfeita, mas esteve entretida a conversar e na realidade não comeu tanto como isso. Deixar a sobremesa para quando estiver realmente com fome ajuda a dividir o consumo de guloseimas. 
 O hábito de "atacar" as filhoses ou bolo Rei que sobraram também pode ser canalizado para o pequeno almoço, quando o metabolismo está mais rápido e logo, mais tolerante a excessos.

- Ouça o seu corpo

O nosso organismo fala connosco, mas muita gente não aprendeu a ouvi-lo. Se não consegue largar determinado doce ou petisco que apareceu na mesa em detrimento dos outros, talvez o seu corpo tenha falta de determinado componente (ferro, iodo, sabe-se lá!) que ele contém. Da mesma forma, os seus órgãos vão "queixar-se"  se já tiver suprido essa carência e estiver a exagerar, enviando-lhe uma ligeira sensação de enfartamento ou enjoo. Aí pare de comer e vá fazer outra coisa - ajudar na cozinha, pôr lenha na lareira ou dar uma volta ao ar livre, por exemplo. A velha máxima "devemos sempre levantar-nos da mesa com o estômago um bocadinho leve" não deixa de se aplicar na época festiva.


- Mexa-se

Lá porque estamos a celebrar não quer dizer que o exercício tire férias. Mantenha a sua rotina habitual, quanto mais não seja para não enferrujar nem ganhar má postura. Depois, entregue-se com entusiasmo às tarefas inerentes à época - a correria para comprar os últimos presentes, embrulhar e ensacar, procurar musgo para o presépio, ir buscar isto e aquilo, limpezas de fim de ano...tudo isso mantém o metabolismo alerta. Ainda que mande fazer tudo fora e/ou tenha ajuda em casa, não "aterre" no sofá à espera do Menino Jesus. Pense como um elfo atarefado - já viu algum ajudante de Pai Natal gordo? Ou um Rei Mago barrigudo? O Pai Natal não conta, esse bebe Coca Cola como se o mundo fosse acabar para ter energia durante a distribuição dos brinquedos...A Popota também não é exemplo para ninguém, a não ser que se queira aprender pela negativa.

- Vitamine-se

Começar o dia com sumo de laranja garante que o organismo funciona a toda a velocidade, queimando o que deve queimar.  Salvo contra indicação médica, suplementos de chá verde e outros anti oxidantes, Omega 3, iodo, crómio, ananás, alcachofra, pimenta de caiena, cavalinha, coco ou toranja, etc, etc... desintoxicam, aceleram o metabolismo e compensam algum desequilíbrio na dieta quando consumidos com sensatez. Se tem preocupações com a linha, nada como falar com o Bom Doutor antes para saber se pode tomar alguma "poção mágica" natural que lhe tire pesos da consciência e ajude o corpo a fazer o seu trabalho de forma saudável. E claro, beber muitíssima água, especialmente de manhã, sacia e limpa o sistema.

Sunday, April 20, 2014

O meu instante favorito de Páscoa, que serve de voto e tudo: Hosanna!


Bom, tecnicamente a canção diz respeito ao Domingo de Ramos, mas acho-a tão vibrante, triunfal e poderosa que não podia ter mais a ver com o espírito do Domingo de Páscoa. Hosana - salva-nos, liberta-nos, imploramos, ou Salvador, vem em nosso auxílio, Tu que estás nas Alturas. Claro que como sempre acreditei que em equipa que ganha não se toca só consigo ouvi-la, bem como ao resto da banda sonora, com o elenco do filme - Ted Neeley como Jesus, Kurt Yahjian como Anás e Bob Bingham a fazer um belíssimo genro deste, o malvado Caifás. Eram todos tão talentosos, jovens e bonitos, e a trilha é absolutamente perfeita.



                                                            There is not one of you 
                                                          Who can not win the kingdom. 
                                                             The slow, the suffering, 
                                                                The quick, the dead.
 


 Esta época é, desde a noite dos tempos, ideal para pedir renovação, para começar de novo, para tornar tudo belo outra vez. É uma nova oportunidade. 
 E é isto que vos desejo, gente fofa e respeitável. Ide com Deus, ide, saborear os doces.

Sunday, March 23, 2014

Uma festa com História (s)


Tendo em conta que por aqui se fala muito de História, com todas as estórias e curiosos episódios que daí advêm; que esta menina que vos escreve é uma aficionada da matéria e só não se dedicou a ela a tempo inteiro (ex aequo com Antropologia) porque a família achou que esse era um percurso enfim, menos sensato para quem gosta de certos confortos e de saber com que linhas se cose (e com alguma razão, convenhamos: penar por bolsas de de investigação, torrar ao sol em escavações, vender a alma para deitar mão a arquivos poeirentos e correr o risco de ser desterrada para Vale de Nenhures, na sagrada missão de ensinar História a meninos que "não querem saber disso porque já lá vai há muito tempo e assim como assim já não vão conhecer ninguém daquela gente" não corresponde, de facto, à minha ideia romântica do tema, ao melhor estilo Indiana Jones) enfim, pesando tudo isso, fiquei muito contente com o convite do Canal História para celebrar o seu 15º aniversário.



 Para assinalar a data a organização recriou, no Hotel Ritz Four Seasons, o mítico Black and White Ball de Truman Capote - festa que, em 1966, foi considerada "o auge da história social americana", e...granjeou ao autor um número considerável de inimigos, já que as personalidades que não entraram na lista nunca lhe perdoaram. Diz-se mesmo que quem não foi convidado se sentiu na obrigação de sair de Nova Iorque durante uns tempos, para fugir à desfeita. 

 O sucesso do baile de máscaras, onde todas as senhoras e cavalheiros
vestiram de preto e/ou branco (Capote inspirou-se na cena de Ascot, de "My Fair Lady", para traçar o dress code)  foi tal que de tempos a tempos, o evento é recriado. 

E em Lisboa não foi diferente: a festa reuniu convidados ligados à História e aos Museus, assim como personalidades do mundo do espectáculo, da moda, da blogosfera, da melhor sociedade e da imprensa. 
  Quanto a mim, iniciei o serão com um jantar numa sala também ela cheia de História. Como a versão lisboeta do Baile pedia um traje um bocadinho mais descontraído do que o original e o minimalismo está de volta, optei por um cocktail dress espartilhado de estimação (Mango com cara de Dolce& Gabbanna, amor à primeira vista) uma clutch bordada a contas  que já era antiga no tempo de Truman Capote (tinha de usar algo branco, certo?) um bolero de veludo também vintage e sapatos Pollini - arruinei-lhes as capas com tanta animação, mas lá dizem os americanos, "se não deste cabo dos sapatos, é porque a festa não valeu a pena". Enough said. 

Sunday, December 29, 2013

Momento "Vai-te embora, Ano Velho..."

             

E ele nada. Uma pessoa já queria estar em modo off, a convidar o malandro a sair (deixando cá as coisas boas que trouxe, mas com um saquinho do lixo para pôr fora aquilo que se dispensa) e ele insiste em demorar-se como uma visita chata que conversa vem, conversa vai, nunca mais nos larga a porta a insistir no mesmo. Queriam-se as tarefas fechadas, os assuntos arrumados, e não pensar em mais nada senão nos preparativos para lhe dizer adeuzinho em grande estilo. Mas 2013 parece que não quer desamparar a loja e ainda vou ter de chamar seguranças para o pôr na rua. Serão os anos como certos hóspedes? Vou ter de usar toda a minha diplomacia, e eu que a tenho guardada para situações de S.O.S porque não se pode ter tudo e não fui abençoada com quantidades massivas de tal coisa. Obrigadinha por tudo, mas já podia ir andando na Paz do Senhor, já. 

Saturday, April 20, 2013

Look que se segue, dentro de minutos:

                                       
É que tinha falado disto aqui, e apareceu uma ocasião que não podia vir mais a calhar  enquanto ainda corre uma brisa fresquinha  - uma festa em homenagem à Mãe Rússia organizada por amigos e familiares num cenário icónico da terra dos meus avoengos. E eu, que de russa não tenho nada a não ser os chapéus (não se pode ter tudo, também era mistura a mais) associo-me como posso, e viva o Czar. Wish me luck, ou melhor, Пожелай мне удачи !

Wednesday, April 17, 2013

Coimbra Fashion Madness, Parte II


                                                
Coimbra precisava de um formato assim: completo, glamouroso e acima de tudo, focado no aspecto criativo e profissional da moda portuguesa. Foi com muito prazer que, a convite da Black @ White e da Concreto, marquei presença no Mosteiro de Santa Clara - a - Nova, local icónico que fez parte da minha infância, esteve associado a alguns momentos chave da minha vida (long story, um dia conto) e que bem necessita da atenção e carinho do público. Além do desfile Concreto, da decoração do espaço e do conceito em si, fiquei deslumbrada com o savoir-faire de Carlos Gil. Conhecia pouco do seu trabalho e encantou-me o rigor no corte e na modelagem, a riqueza dos pormenores e a forma fiel e expressiva como fez justiça ao tema (Paris - Bangkok) que inspirou toda a colecção.
 Pretende-se que o modelo do evento se repita duas vezes por ano, chamando a Coimbra público, imprensa, bloggers, criadores e muita gente bonita com verdadeira "loucura pela moda". Faço votos para que o Coimbra Fashion Madness cresça, evolua e nos deixe cada vez mais orgulhosos.
                                     
                                     
                                            


       
                                 


                                     
           
           
                              

Saturday, April 6, 2013

Coimbra Fashion Madness, parte I



No próximo dia 13 de Abril, Coimbra vai ser revolucionada por uma "loucura pela moda". O emblemático Convento de Santa Clara a Nova recebe um evento que que une estilo, excentricidade e música, e que pretende colocar a cidade na rota fashionista portuguesa.  Com ênfase nos designers e marcas nacionais, na estética de moda,  música,  excentricidade e criatividade, o Fashion Madness apresentará desfiles "isentos de padrões a seguir" com a presença de marcas e criadores como Concreto, Style in a Box,  João Rôlo, Carlos Gil e Carlos Gago (Ilídio Design). Paralelamente, irá decorrer um concurso nacional de jovens designers. No final, a passerelle vai transformar-se numa pista de dança ao som de grandes DJs nacionais. 
  Fazia falta um evento de rasgo e de gosto em Coimbra. Por isso, foi com muito prazer que acompanhei a apresentação, que teve como cenário a belíssima estufa fria do Jardim Botânico de Coimbra. Espero ver por cá muitas caras familiares da blogosfera, pois aguarda-se uma noite de luxo, num local lindo e com um conceito verdadeiramente original. Entretanto, deixo-vos alguns instantes da conferência de imprensa:
Com Vasco Vilão, Helder Baptista (Concreto) e Carlos Gago
  
Com Daniel Casteleira, da Black@White - agência responsável pelo evento. 
 






Sunday, March 31, 2013

Propósitos de Páscoa

                                     
Limpar.
Purificar.
Curar.
Renascer.
Preencher os vácuos.
Florescer.
Trazer luz às áreas mais recônditas da existência.
Doçura.
Sabedoria.
Fertilidade - que como um toque de Midas, dê vida às coisas estéreis e vazias.
Beleza.

Uma feliz e santa Páscoa a todos!





Saturday, March 16, 2013

Happy Saint Patrick´s Day...(ou antes, eve)

                         

My pretty Irish Lass


I need a four-leafed shamrock, and a jug of barley mead,
I need a harp of finest gold, and a flute made from the reed.



I need a host of fairies, with stardust on their wings,
and a score of leprechauns, with all their magic things.



These things I need and many more, to cast an Irish spell,
on the beauty that I found, living in the dell.



Her hair is red and blazing, like fire among the grass,
her eyes are green as emeralds, this lovely Irish lass.



The little freckles on her cheeks, bring out her Irish grace,
like tiny stardust from the fairies, sprinkled on her face.



I need the mead for courage, and the harp to sing her praise,
and the leprechauns to show me, their hidden secret ways.



I need a four-leafed shamrock, and a jug of barley mead,
to give me hope and courage, to do a worthy deed.



I will give it to this Irish lass, to prove that I am bold,
I know exactly what I need, a pot of Irish gold.



Saint Patrick stand behind me, as I search the emerald Isle,
to find a pot of Irish gold, to make my lasse smile.



I will follow the nearest rainbow, no matter where it goes,
past the dales and on the river, no matter where it flows.




Sunday, March 10, 2013

E onde estive eu ontem?

Conseguem adivinhar? Dou um lamiré. Foi numa grande festa, com um estupendo desfile e em boa companhia,  a convite de duas marcas portuguesas de sucesso. Mais novidades esta semana...

Saturday, February 16, 2013

Patuscadas

               
Poucas coisas me agradam tanto como juntar amigos queridos com bom vinho, acepipes e uma bela fogueira acesa, numa mistura de soirée com patuscada. Sair é bom, mas receber em casa é melhor ainda. Quem me conhece mal e me julga cheia de nove horas, ou pisca pastelona com mais olhos que barriga desconhece o meu potencial para a bela patuscada, tradição incontornável de família, ou não fosse o meu avô exímio caçador e grande cozinheiro de petiscos de toda a ordem. Sou pela lareira portuguesa, a.k.a borralho, pelos enchidos na brasa, pelos barbecues e não se me dá de misturar coisas mais exóticas na mesa, que para bem viver há-de ser perdiz e caviar num dia e bacalhau assado noutro, ou tudo no mesmo dia, melhor ainda, haja meios e Deus não nos desampare a todos. O pior é quando alguém fica a modos que indisposto com tanta comezaina e misturada, 
passa-se toda  a santa noite com a alma num susto e no dia seguinte trabalhar ou cumprir com certas obrigações é pior do que arrastar bola e corrente. 
That´s life.

Tuesday, February 12, 2013

Os Maias no Baile dos Cohens, perdão, Carnaval


Dei-vos um lamiré da minha fantasia para este Carnaval: pois bem, decidi reinventar a minha fatiota de Maria Eduarda da Maia, de cujo estilo vos falei há dias. Para o efeito juntei alguns elementos nas únicas cores que vemos a personagem usar no livro: branco e negro. Um vestido de gala que comprei para um baile (na altura, escolhi-o precisamente pelo seu aspecto a lembrar os modelos do século XIX) bolero de veludo, bolsinha de cetim branco-creme (não consigo chamar clutch a isto) chapéu "com um véu muito apertado e muito escuro" (véu esse que me moeu a paciência e não me deixava ver nem pensar condignamente) luvas longas de cetim e a rematar, uma capa. Apesar de estar mascarada, não usei maquilhagem dramática: optei por algo simples que desse só uma corzinha ao rosto, porque Madame Castro Gomes, aliás Madame Mac Gren, aliás Maria Eduarda Monforte da Maia nunca aparece pintada - fora o pó de arroz  é o cúmulo da discrição e deixa o traje elegante, "escuro, quase severo, que parecia a Carlos o mais belo, e como uma expressão do seu espírito" falar por si. Branca já sou, mas para ficar "grande e branca" como ela tive de recorrer a umas litas - que sempre o disse, me lembram as botinas desse tempo e impediram que a cauda do vestido arrastasse pelo chão. E é claro que me fiz acompanhar pelo Senhor Carlos da Maia, mais uma cocotte e outras personalidades da época, porque como vos tenho dito, não brinco em serviço quando o assunto é encarnar personagens. (O pior é o cansaço que sinto hoje, mas isso não interessa nada...).
                     

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