Recomenda-se:

Netscope

Showing posts with label gala. Show all posts
Showing posts with label gala. Show all posts

Monday, September 24, 2012

Emmys: a sensaboria

Entre o desastre e o assim assim, até Glennn Close desiludiu. Escolheram à pressa, ou quê?
É uma maçada uma pessoa olhar para a passadeira encarnada dos Emmy e ver coisas pouco melhores do que em qualquer trólaró televisivo do pseudo jet- set lusitano. Uma pobreza, uma falta atroz de imaginação, de gosto, de ganas e de noção. Desconfio que os stylists devem ter ido todos de férias, porque foi mais do mesmo ou looks que pareciam criados de propósito para desfear gente bonita e glamourosa como a querida Jessica Lange, uma das mulheres mais belas que por ali andam, capaz de fazer brilhar qualquer vestido de gala digno desse nome (enfiaram-na dentro de uma cenoura largueirona e gigante, e ala que se faz tarde). Por polidez e porque tenho sempre preguiça de analisar coisas de que não gosto, vou mencionar os que, na minha modesta opinião, escaparam à sensaboria geral. 


Ginnifer Goodwin, por Monique Lhuillier
Não consigo achar graça ao look rapazinho que arranjaram para esta actriz - poucas mulheres o suportam bem. No styling para os Emmy, a maquilhagem fez pouco por ela. O  decote também não é o mais adequado para a sua silhueta, mas no todo é um vestido bonito, com impacto.


Julianna Margulies, por Gianbaptista Valli
Outro vestido giríssimo, com um padrão e textura em voga neste momento e  que teria ganho se fosse ajustado convenientemente. Assim espalmou o busto da actriz. O styling também não faz justiça ao vestido nem à senhora - o cabelo tão colado à cabeça favorece muito poucas pessoas, não sei porque insistem nisso. Acrescentou-lhe dez anos e a maquilhagem pálida não ajudou.

Julianne Moore, por Dior
Sou suspeita por três razões: adoro a Julianne Moore (ruiva linda!) o amarelo é uma das minhas cores preferidas para vestidos formais e tenho um fraquinho tanto pelas mangas como por modelos minimalistas. O look não é espectacular - poderia ser, se não fosse aquele decote que raramente enaltece a beleza de alguém e o formato estranho na cintura - mas chamou a atenção entre tanta mesmice e disparate que por lá passou.

Kat Dennings, por J.Mendel
Vamos ver se eu percebo. Temos uma jovem com pele de porcelana e uma bela figura, um vestido de uma cor absolutamente gloriosa, e depois não o ajustamos à medida? Os cai-cais em coração são os mais favorecedores, mas o vestido tem de ser estruturado na perfeição para suportar tudo. Fez o peito parecer descaído e blusou na cintura. Com uns puxões de um profissional competente teria sido simples, mas arrasador. Adorei o styling.

Kelly Osbourne, por Zac Posen
Não sei como a menina passou de uma desgraça pegada a guru de moda, não morro de amores pela cor (nem do cabelo, nem da toilette) o tecido não me seduz, mas cai-lhe na perfeição e é admiravelmente feito. Se não estamos num momento genial mais vale ficar por um clássico, e foi isso que Kelly fez. Sure and simple.

Sofia Vergara, por Zuhair Murad
Cai-lhe a matar? Cai. Foi moldado para ela, sem dúvida. Se estava gira? Oh la la. Terá sido a única mulher a virar cabeças no evento? Aposto nisso. É um vestido para os Emmy? Por supuesto que si! Terá classe? Isso é que eu já não posso jurar. Zuhair Murad tem modelos deslumbrantes. Outros - como é o caso - lembram-me demasiado certas boutiques da baixa, Modas Milu-  temos trajes para casamento e baptizados. O azar que se seguiu é uma consequência de levar ao exagero a máxima "uma senhora não precisa de respirar" e mais não digo...só não havia necessidade de tweetar o desaire.

Tina Fey, por Vivienne Westwood
Ora aqui está um decote cai-cai que assenta na perfeição, com a cintura como deve ser, uma cor rica e pormenores bonitos. Um pouco mais de cauda presa atrás teria acrescentado o va va voom necessário, mas é lindo mesmo assim. No styling é que Tina Fey, que parece continuar pouco confortável com o facto de ser uma mulher bonita, raramente acerta. Uma só cuff de brilhantes teria sido melhor do que as pulseirinhas e brincos longos, a clutch está um tanto desfasada e a makeup...é como o Melhoral, não faz bem nem faz mal. Ela tem traços regulares, não é difícil criar um look que os destaque. E aquela poupa? Adicionou-lhe anos e tirou-lhe beleza. Um estilo Veronica Lake era mil vezes melhor, me thinks.











 


Monday, September 10, 2012

Veneza 2012: lições a tirar


De uma maneira geral, achei as toilettes do Festival de Veneza  um tanto insípidas. Essa tem sido a  tónica  nos grandes acontecimentos deste ano - não tanto por falta de esforço, mais por falta de jeito, imaginação ou de arranjos de última hora, que fazem a diferença entre o espantoso! e o meh. Por vezes, uma só costura, um pequeno "puxão" ou a escolha entre dois decotes dita esse bocadinho que falta. Uma costureira hábil é tão importante como o designer que criou o modelo (de preferência, devem trabalhar em equipa) a (o) stylist que montou o look, o (a) cabeleireiro (a) ou o (a) maquilhador (a) de serviço, isto se o vestido não foi provado à medida.  Nestas coisas, não me canso de o dizer, não pode haver pressas (a não ser que já se conheça de olhos fechados como nos assentam as criações de determinada casa, e mesmo assim há surpresas). No meio da sensaboria porém, os vários eventos que fazem parte do Festival tiveram alguns looks de encher a vista, ou mesmo memoráveis - como convém - e uma participação portuguesa que pautou por uma suave elegância.
Já disse que estou completamente apaixonada por estes vestidos Dolce& Gabbanna,  e Selena Gomez usou um deles na perfeição.

Goste-se ou não de couro, este modelo de Valentino é icónico, como é de rigueur para um evento assim, e fez brilhar Olga Kurylenko.

Laetitia Casta Jury member Laetitia Casta attends "The Reluctant Fundamentalist" Premiere And Opening Ceremony during the 69th Venice International Film Festival at Palazzo del Cinema on August 29, 2012 in Venice, Italy.Breathtaking: French model Laetitia Casta caused a stir as she arrived at the premiere of The Master looking simply stunning in an embellished peach prom-style dress
Não morri de amores pelo Dolce & Gabbanna rendado que tanto sucesso fez (desculpem, mas ainda me lembra demasiado alguns maus momentos dos já- oficialmente- vintage anos 90). Porém, o Elie Saab cor-de-pêssego é lindíssimo, tal como Laetitia Casta.

 A designer Olga Sorokina chamou a atenção com um look gladiador. Só não gosto do cabelo desaparecido e molhado -  mania minha, mas também é verdade que poucas mulheres ganham alguma coisa com esse visual.

Não adoro o styling, mas o vestido Roland Mouret é a coisa mais linda, e feito para curvas super delineadas como as de Salma Hayek. Reparem na cor rica, no corte sumptuoso. Ideal para   figuras curvilíneas e ampulhetas petite. Tirava o colar, que só abafa o pescoço, substituía a clutch a tiracolo por uma de mão e penteava o cabelo como deve ser. Mas já lá vamos.

O vestido Dolce & Gabbanna e o sapatinho de Vanessa Hudgens não podiam ser mais lindos. Só há um problema aqui: os ombros e braços de Vanessa precisavam de mais espaço. Este decote é difícil de usar: apenas favorece a 100% quem tem pouco peito, ombros extremamente finos e precisa de ganhar volume nessas áreas.

Winona Ryder esteve elegante em Dolce & Gabbanna, mas precisava de alguns volumes e de uma cor mais alegre. O modelo escuro e fluido dá a ideia de não haver mulher suficiente para encher o vestido:  conferiu-lhe um ar cansado e uma fragilidade exagerada. Com outra cor, o cabelo mais polido e brilhante e algo que cingisse o corpo de maneira diferente, poderia tirar partido dessa delicadeza, conseguindo um look etéreo.


Salma Hayek- Pinault foi outro caso de mulher linda com o vestido errado. Talvez esteja cega com a responsabilidade de representar o império de luxo PPR e com closet de sonho-infinito-cósmico-e-fenomenal que o marido lhe proporciona (quem não ficaria?) mas quando se tem um corpaço destes, é um crime escondê-lo por trás de um vestido que não é cingido, nem fluido, nem deixa de o ser. Mulheres com figura de ampulheta não devem permitir que o tecido se afaste demasiado do corpo, pelo menos na parte superior. Da cintura para baixo, ou justo ou balão, mas nunca o meio termo nem tecidos que caiam ao acaso, agarrando-se às coxas em vez de assentar nas ancas. A altura do decote também não é lisonjeira para um busto tão generoso, além de encurtar o pescoço -  e no todo, parecia que a fatiota era demasiado grande para ela. A cinturinha desapareceu no meio de tanta informação, brilhos e aplicações. Modelos deste e deste género são o que lhe fica bem e há que não os perder de vista...Por fim, o styling: Salma não é o tipo de mulher a quem caia bem o cabelo despenteado. Solto sim, ou um apanhado suave, mas sempre com madeixas brilhantes e bem modeladas. E uma dica para as morenas: quem tem um tom bronzeado precisa de ter atenção à maquilhagem e à luminosidade da pele, para não passar de um dourado bonito a um tom macilento que apaga os traços.

Marica Pellegrinelli escolheu um Emilio Pucci simples e eficaz. Com um rosto daqueles, podia vestir um balandrau qualquer e continuar linda.



Alors, o grupo português.  Victoria Guerra foi muito elogiada na imprensa internacional e com justiça, principalmente no que se refere ao Carolina Herrera de veludo. Quando na dúvida, há que optar pelo clássico, e o modelo, num tecido que regressa à ribalta nesta temporada, é uma aposta formosa e segura. O vestido solto Hoss não é o meu estilo preferido, mas funcionou muito bem.

Na "comitiva" todas estiveram à altura do papel, não há defeito a colocar. Mas tive pena que Soraia Chaves não tirasse mais partido da sua star quality. Compreendo que queira realçar as suas capacidades como actriz, que esteja cansada da aura de sex symbol, mas quando se tem uma beleza capaz de deixar Veneza a seus pés e de ombrear com as estrelas internacionais... é um desperdício limitar-se ao brilho discreto de uma pérola. Não digo que não optasse por um modelo clássico - que aliás, vai bem com o seu tipo Old Hollywood - mas talvez fosse boa ideia fazer um upgrade nos looks tradicionais e descontraídos com que se tem apresentado. É jovem e linda como Ava Gardner - há que roubar os holofotes sem perder a classe. O Alves/Gonçalves bourdeaux é bonito, mas mulheres com curvas e ombros bem modelados não beneficiam de decotes a direito, principalmente quando são altas. Uma abertura à barco ou portrait acrescentaria o va-va-voom necessário. O mesmo para o azul Malene Birger, que lhe escondeu demasiado as formas.E para quê dissimular as madeixas negras? 


 Os rapazes, esses, estiveram fantásticos e como peixe na água. Em geral, aliás, os homens portaram-se muito bem. Atente-se no outfit de Jude Law. Sou suspeita, porque adoro ver um homem de colete. Acrescenta um glamour à moda antiga e desperta sempre curiosidade ver um cavalheiro tão composto...
 











Wednesday, May 30, 2012

Cannes, o bom e o óptimo



                                     
O Festival de Cannes é a Meca anual da moda. Se os Óscares são a jóia da coroa, Cannes ganha pela quantidade de eventos que proporciona, criando oportunidade para  uma verdadeira parada das criações mais fantásticas do ano, desfiladas por algumas das mulheres mais belas e elegantes à escala planetária. Do traje social aos vestidos de gala, passando pelos outfits casual chic para circular pelas imediações, aqui fazem-se estrelas, lançam-se ou ressuscitam-se carreiras e em geral, esta é a ocasião para deslumbrar. Algumas senhoras estiveram à altura da ocasião ou impressionaram à boa moda antiga- uma lufada de ar fresco num ano bastante sem graça no que diz respeito a galas. Houve imensos vestidos muito bonitos e adequados: Eva Longoria, com um Marchesa ao estilo Old Hollywood, Jessica Chastain, Tilda Swinton, entre muitos outros - mas destaco os que realmente me surpreenderam.
Nina Ricci, Chanel, Christian Dior
Diane Kruger levou a sério o seu papel de jurada: não houve um único vestido inadequado ou banal. Esteve sempre estupenda, com looks criados ao pormenor para as suas medidas. O meu favorito foi o Giambattista Valli Haute Couture em verde água, a lembrar Grace Kelly, mas até o Vivienne Westwood dourado lhe ficava a matar (e eu que embirro com lantejoulas...).
                                    diane-kruger

Nicole Kidman parece estar a recuperar o jeito e fugiu dos tons pálidos que embora sejam bonitos e elegantes, têm invadido demasiado as galas nos últimos tempos. Encarnado, Lanvin e inspiração grega são sempre uma opção segura. Flawless.

Lanvin
                           Antonio Berardi

Marion Cotillard foi de preto Dior. Menos é mais e quando se tem uma pele peaches and cream e um rosto daqueles não é preciso muita coisa.


                                           
Mas a verdadeira estrela do festival foi a actriz chinesa Fan Bingbing: dizer que trouxe o glamour de volta às passadeiras será pouco. Elegante, principesca, magnífica...não posso elogiá-la demasiado. Conseguiu o impossível - encantar e surpreender sem exagerar em nenhum ponto. Das proporções impecáveis dos vestidos (que se nota, foram provados e ajustados até à perfeição) à delicadeza das opções, a maquilhagem, as jóias, os acessórios, os penteados inspirados na dinastia Tang, a forma como combinou os elementos da sua terra natal com o melhor que se faz no Ocidente, esteve imaculada sempre que deu um ar da sua graça e acredito que faça escola. Apenas tive pena de não ver os seus lindos cabelos soltos em nenhuma das fotografias, mas algum dos  looks pode ter-me escapado.

   tumblr m4dnp9pSdy1qe1yemo3 400 Cannes 2012 - Fan Bingbing's Ravishing and Refreshing Styles
                    Vestido Christopher Bu, brincos de esmeraldas Choppard e clutch Elie Saab
                                                               

                   L'oreal Paris Ambassadors at Cannes 2012 Red Carpet : Fan BingbingL'oreal Paris Ambassadors at Cannes 2012 Red Carpet : Fan Bingbing
                Vestido  e capa de renda Elie Saab com brincos, cuff e anel de cocktail Chopard; clutch Ferragamo


 
                                                                                                           Oscar de La Renta

 fan bing bing cannes 2010 elie saab Fan Bingbing at Cannes Film Festival   Beauty Beyond WordsBo Kewan
                                                                 Elie Saab

Wednesday, May 23, 2012

Sem comentar MET nem Globos de Ouro da SIC, mas já comentando...

Sara Sampaio (Jay Ahr): simples, clean e sem erro.

Não mencionei a gala MET por um motivo: os vestidos eram péssimos ou francamente sem graça. Não houve ali um único farrapo que me fizesse olhar duas vezes, nem mesmo o Ralph Lauren de Camilla Belle que foi tão elogiado à falta de melhor ( era um Ralph, só faltava que fosse mau, mesmo coleante e brilhante). Quanto aos Globos de Ouro portugueses, abstenho-me de analisar à lupa porque primo, meio mundo por essa blogosfera fora já o fez e eu pouco teria a acrescentar e secondo, porque não me parece que o evento tenha uma relevância por aí além. Já não falo na categoria de certos convidados, para não ferir susceptibilidades. Também não vou entrar por apreciações sarcásticas e mordazes. Por fim, creio ser inútil, maçador e cruel esmiuçar o mesmo: ano após ano (salvo honrosas excepções e vestidos com algum potencial, mas mal aproveitados) mais coisa menos coisa, a história repete-se.
 Assim, sem querer comentar mas já comentando, fico-me por alguns reparos, que cabem aqui ou em qualquer evento do género, seja público ou uma festa privada:

- As portuguesas têm um fraco irresistível por vestidos fluidos com lycra, nada a fazer, e num ano em que lamés e lantejoulas são permitidos, o terreno é fértil para gaffes. O vestido escorrido não é a opção mais sofisticada nem lisonjeira. Torna-se facílimo passar de uma elegância risqué à foleirada, bastando para isso ter o ar, a postura ou o sapato errado. Outra paixão a que se entregam fatalmente são as aberturas geométricas, estilo anos 90 - algo que quanto a mim, devia ficar guardadinho nessa década para não sair tão cedo.

- Adequar a toilette ao tipo e tamanho de corpo que se tem é uma regra incontornável- por mais modas que venham, por mais que um estilista faça por impingir (e exibir) a sua última criação. 

- Como sempre, predominaram dois cenários: o vestido das Modas Milu (com as suas organzas, corpetes mal enjorcados, tules e tafetás sintéticos ultra brilhantes) e o modelo emprestado ou comprado à pressa num costureiro a.k.a designer nacional emergente. Um vestido formal nunca é muito barato, mas também não precisa de ser caríssimo. Na dúvida, o melhor é optar por um estilo clássico e simples, bem forrado, com um decote mais aberto - uma vez que o evento tem lugar após o pôr do sol - e algum detalhe amoroso, feito em tecido de boa qualidade. O penteado e os acessórios, bem escolhidos e ensaiados com antecedência, fazem o resto. O essencial é que o outfit seja devidamente ajustado ao corpo, a tempo e horas. Bainhas, pinças e outros arranjos marcam a diferença entre um resultado soberbo e um saco de batatas. E isso precisa de tempo - mas os Globos de Ouro acontecem uma vez por ano, certo?

Sapatos, acessórios e postura:
Mais vale uma clutch discreta do que uma it bag para inglês ver que não combine com o resto. Clutch a tiracolo, principalmente cruzada em cima do peito, é mesmo para esquecer. A carteira deve ser usada na mão e aquando das fotos, coloca-se disfarçadamente sobre uma zona do vestido que não se queira realçar - em geral, logo abaixo da cintura ou de lado sobre a anca.
Quanto ao calçado, os pumps de salto vertiginoso estilo Louboutin (que tantas insistem em usar no dia a dia, sabe Deus porquê) foram criados para calçar nestes eventos. Ponto final. Peep toes e sandálias também são permitidos, uma vez que não se dança e não há risco de ter os dedos esborrachados.  Convém testá-los com alguma antecedência para não magoarem. Se mesmo assim fazem doer, pede-se a alguém que leve para os bastidores uma "bolsa de sapatos" com umas sabrinas para calçar aos bocadinhos, nos intervalos e em privado. Para a foto, convém mesmo que o calçado dê a melhor postura e eleve o mais possível o corpo. No entanto, parece que houve quem fizesse de propósito para levar saltos "assim assim" o que prejudicou alguns dos looks mais interessantes. O porte é tudo e noto que é sobretudo isso que falta a algumas figuras da nossa praça, quando comparadas com celebridades internacionais. Posar "sem pescoço", de ombros encolhidos e de barriga para a frente dá cabo da melhor produção.

 - Stick to the dress code: ser original e dar nas vistas pode custar caro. Senhoras e meninas, hoje em dia as oportunidades de usar um vestido de gala são tão poucas que não há desculpa para confundir vestidos de noite. Óscares, Globos de Ouro e eventos desse jaez pedem vestido comprido, formal (e de preferência, não "de baile") que quando muito pode ser "quebrado" com aberturas ou outros feitios. 3/4, mini saias, jumpsuits e vestidos de cocktail em geral são para outras ocasiões. E isso não se remedeia com longos véus, caudas traseiras, folhos nem saias de balão. 



Textos relacionados:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...